Guta Stresser surge chorando e lamenta perda: “Morreu dormindo”

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A atriz Guta Stresser usou as suas redes sociais para fazer um desabafo comovente. Em sua conta do Instagram, a atriz que ficou conhecida por dar vida a personagem Bebel, em A Grande Família, surgiu desolada e lamentou a morte de sua cachorrinha, Amelie Poulin. 

“Eu queria avisar meus amigos e para as pessoas próximas que a Amelie Poulin morreu nessa madrugada, dormindo. Aqui no quarto comigo. É isso, ela estava bem velhinha, já. Eu queria agradecer por todo esse amor que a Poulin nos deu a vida inteira. Está todo mundo aqui triste, mas ao mesmo tempo muito agradecido por essa vida tão linda”, disse ela aos prantos.

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Revelou diagnóstico de doença grave

Há alguns dias, Guta Stresser quebrou o silêncio e revelou que foi diagnosticada com esclerose múltipla. Em entrevista exclusiva para a revista Veja, a atriz confessou que descobriu primeiros sintomas da doença durante a sua participação no Dança dos Famosos, em 2020.

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“Comecei a esquecer palavras bem básicas, como copo e cadeira. Se ficava duas horas parada assistindo a um filme na TV, logo sentia dores musculares. Tinha formigamentos frequentes nos pés e nas mãos, enxaquecas fortíssimas e variações de humor. O pior era um zumbido constante no ouvido. Parecia que havia ali um fio desencapado, provocando um curto-circuito na minha cabeça”, contou ela.

Em seguida, a atriz que ficou conhecida por integrar o elenco de A Grande Família, confessou que ficou desesperada ao descobrir o diagnostico de sua doença: “Após uma ressonância magnética, recebi enfim o diagnóstico: esclerose múltipla. Perdi o chão na mesma hora. Nem sabia direito o que era aquilo, só que afetava o cérebro, e só isso me soou aterrorizante. O médico explicou que se trata de uma doença autoimune em que o próprio corpo ataca a mielina — a capa de gordura que reveste os neurônios e ajuda nas conexões da mente”, contou ela.

 “Os especialistas não sabem por que esse processo é desencadeado. O que está comprovado é que atinge os movimentos e a fala. Tive muito medo. Pela minha cabeça se desenrolava um filme em que eu ficava completamente incapacitada. Mas, com a ajuda do neurologista, entendi que diagnóstico não é sentença e que, apesar da doença não ter cura, ela tem, sim, tratamento”, disse ela.

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