Juju Salimeni desabafa sobre saúde mental e procedimentos

Juju Salimeni usou as suas redes sociais para interagir e responder todas as curiosidades dos seus seguidores. Sempre muito ativa, a musa fitness abriu uma caixinha de perguntas nos stories de seu Instagram. Por lá, a modelo falou sobre a sua saúde mental, uso de remédios e também curiosidades sobre a sua prótese de silicone.

“Eu não ajudo nesse tipo de coisa porque acho um absurdo pedir coisas tão supérfluas! Eu não tive uma festa de 15 anos porque minha família não tinha condições de me dar. Parcelei meu silicone uns 15 anos atrás em 24 vezes porque eu também não podia pagar”, contou ela ao ser questionada sobre os pedidos inusitados que ela recebe dos usuários.

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Questionada sobre como ela lida com os problemas psíquicos, a modelo contou que aceita a sua condição e tem vivido sem crises: “Pareço bem porque de fato estou bem! Mas isso no meu caso só é possível porque faço acompanhamento psiquiátrico e tomo remédio diariamente”, contou a modelo.

“A verdade é que hoje em dia TODO MUNDO tem algum problema psicológico e precisa de terapia mas simplesmente finge que não existe e não se cuida. Muitos têm preconceito com o tratamento, com remédios e deixam de ter uma vida confortável por isso. Eu aceito minha condição e cuido! Vivo muito bem e sem crises“, disse ela.

Vítima de intolerância religiosa

Em suas redes sociais, Juju Salimeni surpreendeu os internautas ao revelar que foi vítima de intolerância religiosa. Por meio da caixinhas de perguntas do Instagram, a musa fitness abriu o jogo e revelou que precisou de tratamento psiquiátrico após ser exposta nacionalmente por uma famosa.

“Você já foi vitima de intolerância religiosa? Se sim, qual foi a sua reação?“, questionou um usuário. “Fui exposta nacionalmente com acusações e falas preconceituosas de uma pessoa famosa. Naquela época não era crime e a pessoa ficou impune, mas entrei com processo e a pessoa ficou impedida de falar meu nome”, contou a ex-panicat. 

“Minha saúde mental foi seriamente afetada e  a partir daí, comecei a ter síndrome do pânico. Precisei de tratamento psiquiátrico para ficar bem. Naquela época intolerância religiosa não era crime e a pessoa ficou impune. Mas eu entrei com processo e a pessoa fico impedida de falar meu nome”, disse a modelo.

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