Karol Conká diz que é chata para causar reflexão nas pessoas

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A rapper e ex-BBB Karol Conká, de 35 anos de idade, ainda colhe as consequências de sua polêmica participação no Big Brother Brasil 21. Em entrevista ao programa do GNT, SuperBonita, apresentado por Taís Araújo, a cantora abriu o jogo e contou que quiseram silenciá-la.

“Eu não achei que fosse ser silenciada, mas eu senti o quanto quiseram. É muito natural a gente perceber quando uma mulher preta erra as pessoas: ‘Agora sim a gente vai acabar com ela, agora nós vamos calar ela’. Mas não foi dessa vez não”, disse.

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Em outro ponto da entrevista, a cantora disse que nasceu para causar, porém instigando as pessoas a fazerem uma reflexão: “Eu nasci pra isso. Mesmo não querendo eu dou uma chocada. Eu to num processo de tentar me segurar, mas as pessoas tem reclamado disso: ‘Ai volta, Karol’, ai eu falo: ‘Não, mas pera ai’. Não que eu queira agradar a todos, mas a gente não quer desagradar. A minha arte é uma causação, mas eu juro que não é assim: ‘Ah, eu quero causar por mal’. Eu gosto de causar reflexão, eu gosto de despertar as pessoas”, declarou ela.

Karol Conká que já apresentou o programa SuperBonita, falou sobre a experiencia em apresentar a atração: “Essa experiência me trouxe muito conhecimento, eu me senti mais mulher depois que eu apresentei o ‘Superbonita’ porque eu sempre tive um espírito moleca. Ser super bonita é ser corajosa, corajosa pra viver, pra vencer, pra perder, corajosa pra errar pra acertar. Corajosa para se desmontar, corajosa pra receber aplausos, corajosa pra vaia. Isso é ser super bonita, é quando você vive com intensidade”, afirmou.

Ataques pós BBB

Recentemente, a cantora Karol Conká concedeu uma entrevista para o podcast Podpah e falou sobre os inúmeros ataques que recebeu após a sua eliminação no Big Brother Brasil. Na ocasião, a famosa disse que precisou de varias sessões de terapia após ouvir muitos xingamentos.

“Saí taxada como psicopata. Foi bem ruim, foi péssimo. Acho que uma das piores dores que eu já tive na minha vida. A primeira foi perder meu pai, depois foi essa. Veio a dor da rejeição em massa, a minha decepção comigo mesma, ver as pessoas que eu gosto sendo atacadas, foi um misto.”

Eu pensei muito, vi que eu machuco com palavras. Me machuca também, porque depois passa e eu fico mal. Eu acho que estava com raiva, com cólera, raiva de tudo e aí eu joguei e voltou porque eu dei motivos, né?”, disse ela.

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