Longe do frio, Ludmilla aproveita banho de mar nas Maldivas

Ludmilla fugiu do frio que está fazendo no Brasil e foi curtir dias de muito sol e calor com a esposa Brunna Gonçalves nas Ilhas Maldivas. Através das redes sociais, inclusive, a funkeira postou alguns registros do momento de lazer no cenário paradisíaco e surpreendeu os fãs com um clique pra lá de ousado.

Na ocasião, Ludmilla dispensou o uso de look para tomar banho de mar e chamou atenção ao compartilhar a foto em sua rede social. Na imagem, a famosa aparece de costas e com os braços abertos, deixando em evidências suas curvas poderosas e o corpaço em forma.

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Em outros registros, a cantora posou com uma peça rosa e mais uma vez impressionou os internautas. No Instagram, a publicação de Ludmilla atraiu olhares e ela foi cercada por muitos elogios e mensagens carinhosas de seus fãs, amigos e admiradores que a acompanham na rede social.

“Um paraíso! Não sei se olho pra essa paisagem ou pra essa mulher linda”, disse uma seguidora. “Olhei e gritei: gostosa”, disparou uma fã. “Simplesmente maravilhosa”, declarou um admirador. “Rainha demais”, destacou mais um internauta. “Pleníssima nas Maldivas”, elogiou um outro seguidor.

Confira as fotos de Ludmilla no Instagram:

Início da carreira de Ludmilla

No ano passado, Ludmilla concedeu uma entrevista ao podcast “Mano a Mano”, do rapper e apresentador Mano Brown. Durante a conversa, a cantora relembrou o início de sua carreira no funk e revelou que fez cirurgias plásticas por conta do preconceito que sofria na época.

“Minha música estourou eu tinha 17 anos, a Fala Mal de Mim. Quando comecei a fazer cirurgia plástica, a primeira que eu fiz foi pra começar a ser aceita. No clipe não dá pra enxergar muito quem está cantando. Foi mais a voz, não a aparência. Muito contratante contratava, chegava no show e as pessoas viam quem era a MC Beyoncé [pseudônimo que ela usava no começo da carreira]. Falavam do meu nariz, da minha perna, do meu cabelo. E eu cantando e ouvindo aquilo”, relembrou a artista, sobre os ataques sofridos.

Ludmilla acrescentou: “A gente aprendeu na escola que preto era feio, que cabelo crespo era horrível, que nariz largo é horrível, que beição grande era feio. Antigamente a gente não falava sobre racismo assim, abertamente, em todo lugar com as pessoas. Aí, então a gente ia vivendo e esse era o certo”, desabafou Lud.

 

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Henrique Souza
Mineiro, 26 anos, Graduado em Comunicação Social, Redator e Social Media.
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