Ludmilla diz que quer ser inspiração: “Pretos estão tendo espaço”

Ludmilla
A cantora Ludmilla (Foto: Reprodução/Instagram)

A cantora Ludmilla tem mais um desafio pela frente. Uma das artistas de maior sucesso do país atualmente, ela faz parte do quadro de técnicos do programa The Voice+, que estreou na telinha da Globo neste domingo (17). A atração contará apenas com pessoas acima dos 60 anos. Em entrevista à revista Vogue, a funkeira afirmou que deseja ser inspiração para as pessoas, citando que falta maior público negro na TV.

“Acho que agora os pretos estão começando a ter um pouco mais de espaço. Mas falta bastante, viu? Eu acho que sou da galera preta, periférica, LGBTQI+ que está começando a ocupar lugares importantes. Desejo muito conseguir deixar algum legado de representatividade para as pessoas, principalmente para as crianças, porque na minha infância eu não via muitos pretos no comando de algo. Hoje, quero muito trabalhar para mostrar a elas que é possível, sim”, afirmou.

União com Brunna Gonçalves

Vale lembrar que Ludmilla fez uma participação há alguns meses no programa Altas Horas, apresentado por Serginho Groisman na Globo, e revelou aos fãs que não pensava em se casar antes de se apaixonar pela dançarina Brunna Gonçalves.

“Eu dizia, ‘eu nunca vou casar, sai fora’. Isso dois anos atrás. Eu achava que nunca aconteceria. E depois acontece, a gente toma porrada e amadurece”, disse ela, que na ocasião ainda disse estar trabalhando bastante durante o isolamento social.  “Nessa quarentena estou mais movimentada do que quando estava na ativa. Está bombando para mim”.

Longe dos palcos?

Em outro momento, agora nas redes sociais, Ludmilla chamou a atenção ao revelar algo inédito sobre sua vida. A musa afirmou que por pouco não foi jogadora do Fluminense, um dos mais tradicionais times cariocas. Usando a ferramenta stories de sua conta oficial no Instagram, a funkeira explicou que chegou a aceitar a proposta do clube, mas voltou atrás em outro momento por não estar pronta para ficar longe da mãe.

“Eu levei a minha mãe no centro de treinamento e apresentei todos os meus documentos, tudo formalmente. Mas depois eu descobri que teria que dormir no alojamento porque era longe da minha casa. Coisa profissional mesmo”, explicou a funkeira. “Falei para a minha mãe que não era isso que eu queria. Não aceitei e não fiquei no time. Mais um pouco e eu virava jogadora contratada”, explicou Lud, que ainda disse que gosta de jogar vôlei. “Não sei o nome que se dá tecnicamente, mas eu fico perto da rede”, concluiu.

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