Luísa Sonza detalha crise de pânico dentro de avião

Aos 23 anos, Luísa Sonza já passou por poucas e boas na carreira e vida pessoal. Ao participar do Saia Justa, exibido no GNT, a cantora confessou ter vivido muitos ataques de haters, e relembrou de uma crise de pânico dentro de um avião, após se separar de Whindersson Nunes.

“É complicado falar sobre isso, porque muitas vezes ou eu encaro ou eu simplesmente prefiro viver numa realidade paralela em que não entro em contato. Quando eu fico um pouco melhor, é porque não estou em contato com isso. Não sabia mais o que fazer, minha mente não aguentava mais. Terapia, remédios, não faziam efeito. Eu estava com medo de morrer. Aluguei um barco no meio do mar e as pessoas me xingavam. Passavam de jet ski me xingando”, desabafou.

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Na sequência, a loira contou que ao entrar do avião e notar um homem que teria achado estranho, teve uma crise de ansiedade e ficou totalmente travada de sair do lugar onde estava sentada.

“Eu ia para a minha primeira viagem depois das coisas terem voltado [depois da pandemia]. Entrei no avião, na época as pessoas me olhavam feio, era atacada na rua. Entrei com segurança porque eu estava com ameaça de morte. A gente sempre tem, vivo direto, mas nessa época era mais sério, de foto de arma, o cara sabia meu endereço. E era uma pessoa do lugar que eu estava indo”, argumentou ela, que não cumpriu a agenda neste dia.

“Entrei [no avião] e um homem colocou uma mala preta do meu lado. E foi para o fundo do avião. Achei que ele ia me matar. Tive uma crise que me impediu de andar. A aeromoça me ajudou e eu não consegui fazer a viagem, tive uma crise de pânico. Voltei para casa e minha equipe me apoiou porque minha família estava longe”, falou.

Refletiu

Divulgando clipes caros, Luísa Sonza recentemente refletiu sobre o machismo que muitas mulheres do pop enfrentam ao longo da carreira. Segundo ela, as cobranças ainda são frequentes, e muitas das vezes elas não bem vistas por muita gente.

“Mano, p*ta que pariu, bizarro como o cenário musical brasileiro desvaloriza as artistas femininas. A gente faz TUDO, entrega TUDO e mesmo assim a desvalorização é clara. Que nojo. Valorizem a gente, frequentem os shows, questionem sim quando tiver pouca ou pior, nenhuma mulher nos (principalmente) shows, eventos e premiações. Vocês não tem noção do que a gente passa desse lado pra ser reconhecida e valorizada. E podem deixar que vou enfiar nesse povo que se acha o dono do mundo o pop feminino no Brasil guela a baixo. Quer eles queiram ou não. Tratam a gente como idiotas. PQP”, reclamou.

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Rafael Carvalho
Formado em Jornalismo pela Faculdade das Américas (FAM), já apresentou programa de entretenimento relacionado ao mundo dos famosos e entrevistou artistas do meio.
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