Luiza Possi faz homenagem ao marido

Luiza Possi e o marido Cris Gomes
Luiza Possi e o marido Cris Gomes (Reprodução/ Instagram)

Luiza Possi declarou todo o seu amor ao marido nesta quarta-feira (30). A cantora escreveu uma mensagem fofa junto a uma foto dos dois. “Parabéns pro amor da minha vida @crigomes. Eu te amo, meu amor. Nosso amor é lindo e você é mais💙❤️ Seja só feliz”.

Luiza conheceu o amado durante sua participação no quadro Show dos Famosos, do programa Domingão do Faustão, no qual ele era o diretor. Eles se casaram em setembro de 2018 e agora são pais de Lucca, um bebê de um ano.

Ela disse que ainda tem vontade de ter outro filho, mas se lembra das dificuldades que teve para dar à luz Lucca. Foram horas e horas de tentativas de um parto normal que não aconteceu segundo Luiza contou numa live que participou há alguns meses. “Bem hard! Não tive dilatação. Depois, [a doula] falou: ‘Se eu falar para a Luiza se pendurar no lustre, ela vai se pendurar’. Estava muito determinada. Virava de bunda para cima, balançava o quadril para vir a contração. Se minha mãe me visse fazendo o que fiz, ela iria infartar (risos) […] Por enquanto, dá [vontade]. Se o Lucca crescer muito mais, talvez não”.

A cantora estava convencida que nunca iria ser mãe, até se descobrir grávida. “Parto não chama parto à toa, né? Loucura aquilo que acontece com a gente (…) O meu parto eu tentei normal, mas estourou a bolsa um mês antes e aí eu fiquei em trabalho de parto, sei lá, 20 horas (…) Você sente toda a dor de uma vida inteira que você nunca sentiu em dias. A dor da cesárea, a dor de fazer xixi com a cesárea, a dor de alguém mamar no seu peito com a cesárea. A dor de romper você. É muito visceral. Meu parto foi muito barra pesada”

Hoje em dia, ela se derrete pelo pequeno Lucca, e até ficou com medo quando foi diagnosticada com coronavírus por conta da criança.

“Acho que ninguém consegue falar e explicar o que é a maternidade. Você precisa vivenciá-la para entender. Para cada uma, é uma experiência. É tudo muito particular. Não gosto muito de palpite na maternidade. Na gravidez, palpites me incomodavam bastante. Quando vinham dizer: ‘você vai sentir isto, isso e aquilo’, eu me assustava à toa. Porque a minha experiência acabava sendo outra. Uma coisa que não dá para imaginar é a dor do parto. Jamais, jamais, jamais você imagina”

“A amamentação foi tranquila. No começo, não. Nas primeiras duas semanas, na primeira semana, não é tranquilo para ninguém. Ninguém pode dizer que é tranquilo, pelo amor de Deus. Humanizem a amamentação. Quando o meu filho fez quatro meses, ele parou de mamar porque ele quis, e eu fiquei muito triste (…) Achei incrível amamentar, meu peito não deu nenhum problema. Graças a Deus deu tudo certo”.

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