Márcio Garcia fala sobre apresentar o The Voice Kids e surpreende com revelação

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Com a sexta temporada do ‘The Voice Brasil Kids’ se aproximando, o novo comandante da atração, Márcio Garcia que já iniciou as gravações do projeto, revelou ao Área Vip como surgiu o convite e comentou sobre a sua afinidade com o público do programa.

“O Boninho me ligou me perguntando se eu teria vontade de apresentar. Eu até brinquei com ele, falei: “Deixa eu pensar e te volto”. Ele perguntou se ia demorar muito. Eu falei: “Só um minutinho. Já pensei. Estou dentro”. Demorei 30 segundos para dar a resposta (risos)”, começou ele.

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Na sequência, quando questionado sobre a emoção ao escutar e assistir crianças talentosas interpretando grandes canções, ele adiantou que quase foi aos prantos durante as gravações da competição.

“Já começamos a gravar as “Audições às cegas” e eu tive que me concentrar. Cheguei a lacrimejar, mas me segurei para não chorar muito. A emoção vem, sim. Não tem como, é muito emocionante. O que mais me emociona é olhar para a família. Apesar de, por causa da pandemia, não termos o contato direto, eu vejo os familiares por uma TV, vejo a reação dos pais e vem forte a emoção. A criança cantando é lindo, muita alegria, mas quando você vê os pais, irmãos, todos chorando, acaba embarcando junto. Está sendo uma experiência incrível”, falou ele.

Paternidade ao lado do programa

Pai de três filhos, na visão de Márcio Garcia a paternidade fará com que ele tenha ainda mais afinidade com o projeto musical. Na conversa, ele aparentou ser um ‘paizão’ dentro de casa.

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“A paternidade já está ajudando muito. Eu vivo muito esse conflito de agradar a todos, que têm idades muito distintas. Os meninos têm cinco anos de diferença entre si, menos a Nina, a única menina, que nasceu no dia do meu aniversário, meu maior presente, e tem idade mais próxima do mais velho. A experiência do dia a dia com eles e o gerenciamento de crise que a gente tem que ter por conta dessa diversidade de idade me ajudam muito, com certeza”, falou ele.

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Ao concluir, ele lamentou o fato de não poder abraçar os participantes do ‘The Voice Kis’, por causa da pandemia. “A vontade de dar um abraço é muito grande. A gente se policia. É ruim não ter esse contato, não só com as crianças, mas também com os técnicos; não está sendo fácil. A gente já está habituado e está se contendo bem”, finalizou.

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