Maria Cecília relata medos na gravidez em tempos de pandemia

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A cantora Maria Cecília, de 36 anos, está na reta final da gravidez de Martim, seu segundo filho com Rodolfo, seu marido e dupla musical. Apesar das expectativas para a chegada do bebê, a artista destaca alguns medos que sentiu por conta da gravidez ocorrer em tempos de pandemia.

“A pandemia trouxe infinitos medos. Primeiro, com o Pedro, nosso filho mais velho. Depois, com a gravidez. Quando estava chegando a minha faixa etária na vacinação, eu engravidei. Então, tive que esperar para tomar a vacina. A minha médica liberou para que eu tomasse a vacina depois de completar 11 semanas de gestação. Fiquei com bastante medo e bem trancada em casa. Só via a minha família mesmo.”, relatou ela em entrevista à jornalista Beatriz Bourroul da Quem.

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E por falar em medos, Maria Cecília comentou também, sobre algumas inseguranças comuns que geralmente sente na gravidez.

“Não sou grávida de primeira viagem, mas não me sinto mais segura com a gravidez. Acho que os medos são os mesmos. Se o bebê está saudável, se está tudo certo. Agora que os shows vão voltar tem todo um cuidado muito maior por conta do coronavírus. As preocupações são até um pouco maiores nesta gestação.”, explicou a famosa.

Perrengues na gravidez

Já em relação aos perrengues, a cantora diz que a gravidez tem sido bem tranquila e os únicos incômodos foram os enjoos.

“Os enjoos foram o único perrengue. Os shows estão parados há um ano e meio e estou quietinha, pude ficar mais em casa e me cuidar. Afinal, nesses tempos acabam vindo alguns pensamentos esquisitos.”, afirmou ela.

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Questionada sobre quais são esses pensamentos, Maria Cecília contou que são justamente os medos e inseguranças por conta da pandemia.

“É uma mudança muita brusca de sentimentos e pensamentos. Perrengue mesmo eu não passei. Esse vírus deixou todo mundo assustado. Por mais que eu já tenho pego a Covid no ano passado, a gestação é um período em que as gestantes têm preocupações. Tomei todos os cuidados. E agora já tomei a primeira dose e o coração está um pouquinho mais calmo.”, garantiu a esposa do cantor Rodolfo.

Apoio da família

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Apesar de todas as inseguranças, Maria Cecília ressalta o apoio da família que tem recebido durante toda a gestação do segundo filho.

“Acho que a maior rede de apoio é a minha família. Minha mãe, minha sogra, a bisa do Pedro são meu maior apoio. Elas são mulheres que me inspiram na criação dos filhos e na vida que levam e sempre tiveram. Acho que tenho feito um bom papel na educação do Pedro e peço muitos conselhos. Na primeira gravidez, fui muito leoa. Leoa até demais. Não queria muitos conselhos, nem ajuda. Eu queria ser uma mãe sem o dedo dos outros. Nesta gravidez, estou mais aberta. Principalmente aos conselhos da família e de mulheres mais experientes do que eu.”, contou a artista.

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