Maria Lina presta homenagens para Whindersson Nunes

Maria Lina participou do programa Faustão na Band, da Band, nesta última quarta-feira (19), e prestou homenagens ao seu ex-namorado, o humorista Whindersson Nunes. A jovem não poupou palavras e fez questão de citar João Miguel, filho dos dois que acabou falecendo dias após o nascimento.

“Eu o conheci numa fase em que ele não estava muito bem. Eu descobri que estava grávida no México, decidi não contar lá, eu comprei uma caixinha com o teste, ele chorou muito, eu me emocionei também”, disse ela.

“Vocês são a melhor parte da minha história, tenho gratidão por tudo que você fez por mim. O João é o meu maior sonho realizado. De onde ele estiver, ele tem muito orgulho de você, da sua história. Eu tenho certeza de que todo esse amor que você recebe do Brasil não é em vão”, homenageou ela.

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Em seguida, Whindersson Nunes agradeceu a homenagem recebida e disse que ficou surpreso com as palavras ditas pela jovem:  “A gente passou por essa barra toda juntos, eu amo muito ela também. E eu não esperava esse depoimento. Se alguém pudesse ver eu e a Maria juntos, ia ver que o que a gente tem é amor e vontade de ver o outro crescer, que eu acho que é essencial. Quando você não consegue chegar lá, você fica frustrado, não compartilha da felicidade, e ela foi muito por mim. Eu quero ver ela como uma mulher de sucesso”, disse ele.

Entrou em depressão após a morte de João Miguel

Há pouco tempo, Maria Lina usou as suas redes sociais para interagir com os seguidores. Por meio da caixinha de perguntas do Instagram, a jovem desabafou sobre a morte de seu filho João Miguel, fruto do seu relacionamento com Whindersson Nunes.

“Quando perdi meu filho, uns dois meses depois meu noivado acabou e eu entrei numa depressão forte. Nem minha médica sabia como eu ainda conseguia levantar da cama. Vivia dopada de remédio, comia muito mal, a maioria das vezes nem comia. Foi muito difícil”, desabafou ela.

Maria disse que foi a fase mais difícil de sua vida, porém bastante transformadora: Me lembro de ter passado dois meses dormindo angustiada e acordando com o peito super apertado. Foi um pesadelo. E, ainda assim, todos os dias tinham  pessoas dizendo que estava péssima e que eu não levava jeito. Foi, sem dúvidas, a fase mais difícil, mas também a mais transformadora da minha vida”, disse ela

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