Mart’nália opina sobre fantasia de Jacaré no The Masked Singer

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Mart’nália enganou muita gente no The Masked Singer com a fantasia de jacaré. Com um timbre rouco, a cantora revelou ter se divertido muito, e escolhido um repertório que fosse bem diferente do que costuma cantar ao longo da carreira musical.

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“Eu quis cantar coisas que não fossem próximas do meu repertório como cantora, para dificultar porque a brincadeira era aparecer mascarada para o público. Então, fomos pensando em músicas para gente se divertir no palco. A única que tinha mais a ver comigo foi quando cantei Michael Jackson. Eu também quis fazer uma homenagem ao Ney Matogrosso”, disse ela.

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Na sequência, a artista disse ter amado participar da atração. “Foi muito legal! Um convite muito especial que me permitiu levar divertimento para as pessoas neste momento difícil. Foi um presente para mim. Os figurinistas são maravilhosos! Todas as fantasias são lindas e na minha eles capricharam, e eu devolvi esse presente incorporando o Jacaré. Foi uma experiência muito boa. Eu me senti quase na avenida, como mestre-sala”, falou.

Ao concluir, ela garantiu ter ficado chocada os chutes dos jurados. Foi muito engraçado ver eles chutando nomes que não o meu. Eles me surpreenderam com nomes como Fafá de Belém, Fafy Siqueira… Tantos talentos maneiros, eu achei muito divertido. Nos bastidores foi mais tranquilo para mim, eu não sou muito de falar. Todo mundo ficava disfarçado com capuz, máscara e luva. Foi bem legal”, revelou.

Sérgio Loroza

Na última semana, Sérgio Loroza foi revelado e eliminado da competição. Assim como Mart’nália, o cantor arrasou como astronauta, e ao participar do Encontro, fez um desabafo sobre a desigualdade e o racismo no Brasil.

“Graças ao ‘The Masked Singer’, sou o ‘afronauta’. Caiu no meu colo junto com a arte essa ‘responsa’. Sempre quis chegar no palco e dizer ‘ser ou não ser’, mas veio também a ‘responsa’ social, não posso decepcionar essa galera. Quando falamos ‘é nóis’, é ‘vem com nóis’. Até quem não é nóis, pode ser nóis quando se junta a nossa guerra. Precisamos de um mundo mais legal, depois da pandemia temos que escolher o tipo de sociedade que a gente quer. Precisamos de um pouquinho mais, 56%, para ter representatividade”, começou.

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Vale destacar que, o ator ainda disse que é importante fazer o bem e reforçou algumas pautas sociais. “Equidade é a palavra, é o que há de se fazer pelo bem da humanidade. Ao mesmo tempo que estou na minha luta como negro, tenho que estar ao lado da mulher, do LGBTQIA+, de quem está vulnerável na sociedade. Quem tá mal, precisa de mais atenção, o momento é esse. Essa parada plebiscitária que estamos vivendo, uma coisa ou outra, tem muitas milhões de coisas”, afirmou.

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