Ney Matogrosso revela curiosidades pessoais

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Ney Matogrosso, cantor de 79 anos, abriu sua intimidade durante entrevista à jornalista Maria Fortuna do jornal O Globo e revelou algumas curiosidades sobre sua vida pessoal. Segundo o artista, a pandemia afetou totalmente sua vida sexual.

“Não sei o que é encostar num corpo humano faz tempo. Tem horas que fico enlouquecido com isso. Fico “sai da minha cabeça, sai da minha cabeça” (risos). Sinto falta de um corpo encostando no meu. Não tem como, né? Não sou louco. Conheço muita gente que não respeita (a quarentena). Eu não tenho coragem.”, afirmou Ney.

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De acordo com o famoso, que completa 80 anos em Agosto, ele sempre teve uma vida sexual ativa. No entanto, por conta do isolamento social, agora ele está “subindo pelas paredes”.

“Na verdade, acho que esse é o normal. É que as pessoas botaram na cabeça que, com essa idade, não pode. Pode, sim! Tem muita gente com 70 anos com a vida sexual ativa. Eu tive a minha ativa até a entrada dessa pandemia. Agora, fico aqui, subindo pelas paredes.”, destacou o cantor.

Questionado sobre o uso de aplicativos de relacionamento, Ney Matogrosso destacou que nunca utilizou esses recursos e durante sua juventude era mais direto quando tinha interesse em alguém.

“Ah, não entro nesses lugares, nunca entrei. Um amigo me mostrou o Grindr e falei: “Mas é esse açougue?”. Não quero, não me interessa. Não é caretice, não preciso estar casado, mas preciso de um clima, sabe? Ali não tem nenhum. Já saem perguntando tamanho de pau. Que coisa caída!”, brincou. “Lá nos anos 1970, eu também não tinha nenhum pudor com relação a isso. A primeira pessoa que encostasse perto de mim, que me desse tesão, eu ia. Na praia, na rua… Mas tinha um olho, um pé que encostava, sabe? Não era “comprar” assim…”, acrescentou ele.

Ney Matogrosso recorda época em que prestou serviço militar

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Durante a entrevista, Ney Matogrosso recordou a época em que prestou serviço militar, seus traumas relacionados ao corpo e também sobre a descoberta da sua homossexualidade.

“Servir na Aeronáutica foi o pretexto para sair de casa. Eu era muito problemático com o meu corpo na adolescência. Achava meu pé feio, minha mão, minha perna… Não tirava minha camisa na frente de ninguém. Fui para o quartel com 17 anos e caí dentro de um batalhão da polícia com 40 recrutas como eu, onde todo mundo tinha que ficar nu na frente do outro. Pensei: “Se eu não ficar, vão pegar no meu pé”. Fiquei, e eles não viram o monstro que eu via em mim.”, relembrou ele.

“Ali, tive o primeiro interesse por um garoto. A gente se beijava, mas nunca tivemos coragem de trepar. O máximo que fazíamos era juntar as beliches para dormir com o braço encostado. Foi meu primeiro amor. Ali, comecei a quebrar essa história que eu trazia, mas não esperava que chegaria a tanto, em termos de sexualidade exposta.”, acrescentou o artista.

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