Nicole Bahls expõe Viih Tube na Farofa da GKay

Nicole Bahls participou de uma entrevista com Matheus Mazzafera, e desabafou sobre o seu jeito de ser nas festas das famosas. Na ocasião, ela confessou nunca ter beijado ninguém nos aniversários de Anitta, e entregou Viih Tube na Farofa da GKay.

“Nunca beijei alguém na festa da Anitta. Não tem como, é impossível [não beijar ninguém na festa da Anitta]. Gente, a festa da Anitta é tipo uma Farofa [da GKay] sem câmera. Na festa da Anitta… Tipo assim, a Farofa não tinha bofe. Falei: ‘GKay, a próxima você tem que despencar uns ‘boys’, porque não tinha bofe, só tinha bicha. Tinham três, dava para contar no dedo. Os três que tinha a Viih Tube pegou, não sobrou nada porque a Viih Tube é daquelas que não pensa no próximo, tá amor? Ela pega mesmo, se você quiser você pega a rebarba”, desabafou a ex-panicat.

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Em um tom bem humorado, ela ainda falou que a jovem sequer paquera antes de beijar o crush. “Não dá tempo nem de você tentar paquerar porque ela já pegou. Quando você chega na festa já está todo mundo babado pela Viih Tube. Falei para ela [para a GKay]: amiga, pelo amor de Deus, na próxima pega uns boys. A Anitta faz um mailing de bofe, você não vê racha, tem bicha, mas uma penca de bofe”, destacou.

Afinidade

Em uma entrevista ao Splash, UOL, Nicole Bahls destacou que sempre teve uma ligação muito forte com o público gay, e achava positivo quando alguém falava que sua voz era parecida com a de travestis.

“Minha mãe sempre foi uma mulher que admirava gays, drags e travestis, e me ensinou que eles são sinônimos e referências de beleza. A Dimmy Kier [drag queen que participou do “BBB 10″] é muito próxima da minha família, sempre a acompanhamos. Fazia parte da nossa vida. Quando falavam que eu tinha ‘voz de traveco’, me sentia bem. Não encaro como ofensa, pelo contrário, me dava segurança para seguir em frente. Ouvir isso é um elogio, me sentia bonita. Se a pessoa queria ofender, sinto muito, não funcionava. Nunca me deixou triste”, apontou a famosa, que sofreu machismo durante o Pânico na Band.

“Fui muito mais feliz no Pânico do que triste, mas sim, sofri preconceito. Dançava de biquíni e as pessoas tinham a cultura de julgar muito pela ‘capa’”, desabafou a beldade.

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Rafael Carvalho
Formado em Jornalismo pela Faculdade das Américas (FAM), já apresentou programa de entretenimento relacionado ao mundo dos famosos e entrevistou artistas do meio.
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