Nicole Bahls visita Anitta nos EUA e leva presentinhos

A influenciadora Nicole Bahls conseguiu deixar Anitta constrangida após revelar detalhes íntimos de sua visita aos Estados Unidos. A modelo revelou que levou mimos especiais para a funkeira.

Diretamente do Brasil, Nicole contou que levou uma sacola cheia de presentinhos, como feijão, calcinhas fio dental e até alguns utensílios para ser utilizados na hora do sexo.

“Cheguei na casa da diva. Está magrinha. Ainda bem que trouxe feijão na mala. Trouxe calcinha pequenininha também”, brincou a ex-participante do Power Couple, deixando Anitta um pouco sem graça.

Apesar da brincadeira da amiga, Anitta mostrou ser bem-humorada e aproveitou para revelar outros detalhes da visita de Nicole à sua casa. “Ela trouxe um monte de coisa, até lubrificante”, se divertiu.

Em tempo, Anitta acaba de lançar mais um single, Envolver. A faixa já foi divulgada nas plataformas digitais com um clipe especial, onde a carioca aparece toda sensual ao lado de um modelo gato. Com letra forte, a famosa fala sobre seus desejos sexuais.

Críticas e preconceito por trabalho na TV

Em bate-papo com o portal Uol, Nicole Bahls relembrou quando as pessoas costumavam tentar lhe ofender a chamando de “traveco”. A famosa disse que nunca viu a expressão como uma crítica, por sempre ter sido muito próxima do público LGBTQ+.

“Minha mãe sempre foi uma mulher que admirava gays, drags e travestis, e me ensinou que eles são sinônimos e referências de beleza. A Dimmy Kier [drag queen que participou do “BBB 10″] é muito próxima da minha família, sempre a acompanhamos. Fazia parte da nossa vida. Quando falavam que eu tinha ‘voz de traveco’, me sentia bem. Não encaro como ofensa, pelo contrário, me dava segurança para seguir em frente. Ouvir isso é um elogio, me sentia bonita. Se a pessoa queria ofender, sinto muito, não funcionava. Nunca me deixou triste”, falou.

Apesar de viver certos perrengues durante sua passagem pelo programa Pânico na Band, Nicole garantiu que nunca sofreu com a produção, mas sim com o público. A modelo disse que era alvo de preconceito por trabalhar de biquíni.

“Fui muito mais feliz no Pânico do que triste, mas sim, sofri preconceito. Dançava de biquíni e as pessoas tinham a cultura de julgar muito pela ‘capa’. Estava ali rebolando e muitos olhavam com um tom preconceituoso. Sempre tive a noção de que ser Panicat não seria só alegria, mas era um trabalho como outro qualquer, tinha dificuldades a serem enfrentadas”, afirmou.

 

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Surenã Dias
Formado em jornalismo pela UNIME Salvador, possui passagem por rádio, jornal e trabalha com público de internet desde 2016. Atualmente tem focado em projetos de audiovisual, cultura pop e celebridades.
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