Pedro Scooby relembra sonhos com esposa no BBB 2022

O fato de Pedro Scooby ter ficado mais de três meses longe de Cíntia Dicker, por conta do confinamento no BBB 2022, acabou despertando alguns sonhos eróticos no surfista. Em entrevista à jornalista Yasmin Setubal, da revista ELA, o rapaz comentou que chegou a ter umas seis poluções noturnas devido a saudade de fazer sexo com a esposa.

“Não pensava nisso durante o dia, conseguia me segurar para não ir ao banheiro (se masturbar). Mas cheguei a ter umas seis poluções noturnas durante sonhos que eu tive com ela. Era algo que não tinha como controlar. Na primeira noite depois que saí da casa, achei que eu fosse estranhar porque não usava “ele” havia muito tempo, mas nem saí do quarto. Foi a madrugada toda, gostoso.”, disse ele.

Apesar de considerar sua experiência no reality um momento de reflexão, Pedro Scooby destaca que não mudou em nada seu modo de pensar e agir.

“Não. Mas foi um momento bom para refletir. Nunca fui de parar para pensar na minha vida e sempre procurei viver intensamente por causa do meu esporte, que me traz um risco de morte grande. Mas o mesmo Pedro que entrou foi o que saiu. Quem me conhece sabe que não sou um cara que passa por cima de tudo para vencer. Não que os outros participantes não tenham carregado princípios, mas os que carrego dentro de mim me impedem de passar por cima de várias coisas para chegar à vitória. As relações, o amor ao próximo, as parcerias e a minha felicidade vêm em primeiro lugar.”, explicou.

Uso de maconha

Na entrevista, Pedro Scooby também abriu o jogo sobre o uso de maconha. Apesar de ser a favor da legalização, ele garante não ser adepto ao uso da erva.

“Sou muito a favor. Não é porque não fumo que fecho os olhos para a parada. Fui criado num ambiente em que pessoas mais velhas me diziam que a maconha era a porta de entrada para outras drogas, mas quem faz esse papel com excelência é o álcool. Numa sociedade onde a maconha é ligada ao crime organizado, é muito difícil ter uma conversa sobre as propriedades medicinais e benéficas da planta.”, explicou ele.

O surfista, pai de três criança, comentou também, como reagiria se um dos seus filhos fumasse. “Não tenho qualquer preconceito. Quando meus filhos começarem a beber, já vou iniciar conversas sobre essas coisas de um jeito que eu consiga alertá-los sobre o que pode ser bom ou ruim num determinado momento.”, destacou.

“Não vou chegar para o meu filho e dizer “está tudo errado, você não pode fumar”. É preciso ter esse diálogo. Tem pais que fumam com os filhos, assim como tem pais que bebem com os filhos. Se é certo ou errado, depende do ponto de vista e dos pais. Mas o álcool vem na frente como droga mais perigosa.”, ressaltou.

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Henrique Souza
Mineiro, 26 anos, Graduado em Comunicação Social, Redator e Social Media.
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