Após assistir vídeos, Karol Conká diz: “não era jogo, era loucura mesmo”

Karol Conká (Imagem: Reprodução/Multishow)
Karol Conká (Imagem: Reprodução/Multishow)

Em participação no programa BBB – A Eliminação (Multishow), a cantora Karol Conká confessou que suas atitudes polêmicas dentro do Big Brother Brasil 21 não faziam parte de uma estratégia de jogo, mas sim “loucura”.

A artista bateu um papo com os apresentadores Bruno de Lucca e Vivian Amorim nesta última quarta-feira (24), para falar, de forma descontraída, sobre a repercussão de sua participação no reality global.

“Não era jogo não, era loucura mesmo. Gente, se fosse jogo, eu não ia distorcer né. Era loucura mesmo, eu achava que era aquilo mesmo. A gente não tem noção do que tá ouvindo, do que tá falando, então é loucura mesmo”, disse Karol.

Vale destacar que com sua eliminação do BBB21, Karol acabou entrando para a história da competição. A rapper foi eliminada com o maior índice de rejeição do programa, com 99,17% dos votos em um paredão triplo. A ex-sister disputava a preferência do publico contra Gilberto e Arthur.

Entrevista no Mais Você

Mais cedo, em sua passagem pelo Mais Você, Karol Conká conversou com Ana Maria Braga sobre as polêmicas que causou no programa. Segundo a curitibana, ela estaria sendo vista como uma vilã de telenovelas.

A artista se comparou com a personagem Carminha, interpretada por Adriana Esteves em Avenida Brasil.

“Sabia que estava errada e fui invadida por uma amargura. Eu me perdi no jogo, me entreguei a esse lado azedo. Sou a nova Carminha, Nazaré (grandes vilões de novelas), mas a vilã que vocês viram não é real do lado de fora. Levei a minha perturbação para a casa, joguei-a sobre todos os outros e fiz com que ficassem tristes. Eu surtei dentro da casa, me despertaram demônios, reconheço o meu erro e vou tentar melhorar”.

Logo depois, Karol abriu o coração e assumiu que errou durante o período que dividiu a casa com Lucas Penteado. A apresentadora relembrou o momento ao qual a artista “expulsa” o colega da mesa de almoço.

“Perdi a paciência com o Lucas e agi de forma bruta, mas eu jamais o agrediria fisicamente. Foi agressivo e petulante da minha parte. Eu me considero uma pessoa segura, mas dentro da casa fiquei insegura, sem ter o controle sobre as situações. E problemas pessoais foram evidenciados”.

“São traumas, gatilhos despertados por reações de outras pessoas. O Lucas me lembrava de momentos com o meu pai. Eu não aprendi a resolver as coisas com carinho. São coisas minhas , fragilidades, que me deixaram vulnerável. Estou em desequilíbrio, preciso me tratar”.

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