Querendo Ivy no paredão, Bruno Gagliasso é acusado de linchamento virtual

Bruno Gagliasso
(Reprodução: Instagram)

Todo mundo já sabe que o BBB já está dando o que falar nessa reta final. Dessa vez foi a vez do Bruno Gagliasso se posicionar sobre a sua torcida. Porém, parece que as interações não tiveram os resultados que esperava.

Em seu perfil do Twitter, o ator chegou a colocar, que ofereceria descontos em sua rede de pizzaria, caso a Ivy fosse escolhida para ser umas das emparedadas da semana.

As palavras de Bruno foram: “Se na quinta feira Ivy for pro paredão vai ter desconto na pizzaria! O que acham? Sim ou com certeza?”. Mas parece que as coisas não sairam muito bem. 

Os internautas começaram a interagir em sua publicação, mas em grande parte, os comentários eram na maioria negativos sobre a postura do posicionamento do ator. E o que Bruno não esperava ainda, era a resposta dos assessores na conta da própria Ivy, veja:

“Oi, Bruno. Que bom que está acompanhando o BBB e esperamos de coração que toda sua torcida contra a Ivy seja saudável, uma vez que, como figura pública, tem o poder de influenciar uma grande massa de pessoas. Não sei se conhece algo sobre linchamento virtual, onde as pessoas agridem outras através das redes sociais, não lhes causando violências físicas, mas psicológicas. Há no Brasil vários casos dessas ações, podemos juntos procurar e aprender sobre os casos para que nós, pessoas públicas, influenciemos de forma positiva as pessoas, ainda mais no tempo em que vivemos.”

A assessoria da participante que está na casa em plena reta final, alertou o ator da responsabilidade que estava sendo passada em apenas algumas palavras. Por fim, a assessoria encerrou com o seguinte alerta: 

“Por fim, frisamos mais uma vez que nenhum tipo de preconceito deve ser tolerado, mas respeito deve ser mantido acima de tudo. Cobrança de atitudes por meio de violência, seja ela verbal, pelas redes sociais, não é válida. Deem oportunidade para Ivy mostrar que ela não é apenas as palavras que utilizou no reality, pois de nada servirá tantos discursos de empatia no Setembro Amarelo se não damos oportunidades de mudança para aqueles que erram”.