Samara Felippo desabafa sobre beber demais e faz comparação

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Durante uma live na última quarta-feira (29), a atriz Samara Felippo contou já ter vivido momentos de embriaguez, que lhe causaram polêmicas e resultados não tão positivos. Segundo ela, é difícil as mulheres passarem por isso e não serem assediadas.

“Eu já bebi muitas vezes na minha vida. Eu fui uma adolescente, dos 20 aos 30 anos, dos 30 aos 40, até hoje um pouquinho, que bebo bem. Eu gosto de beber em festas com os meus amigos, eu gosto de beber em casa… Eu tenho certeza que eu já passei uma situação de estar muito louca, fiquei com alguém e essa pessoa veio para cima mesmo me vendo em estado vulnerável. Eu acho que não vai ter uma mulher que não tenha um mínimo de relato sobre isso”, iniciou.

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Na sequência, ela ainda refletiu sobre a diferença de embriaguez de mulheres e homens. “Nós não somos todos iguais. Homem oprime a mulher. É a cultura de opressão mesmo. A opressão é do homem. O respeito tem que ter, óbvio. Mas, é uma questão de estatística. Quantos homens morrem estuprados na rua? Tô aqui, me expondo, me vulnerabilizando, para que você, mulher, que está assistindo esse vídeo agora, saiba que você não é obrigada a agradar ninguém”, relatou.

Racismo

Mãe de duas meninas, Samara Felippo contou nos últimos dias que ficou com muita indignação, ao ouvir da filha Lara, de apenas oito anos de idade, que havia sofrido racismo na escola. Segundo a atriz, ela só soube do ocorrido uma semana depois.

“A Lara veio me relatando que um amiguinho dela chamou ela de negrinha chata: ‘Ah, sua negrinha chata’. Só que ela veio me contar isso, sei lá, uma semana depois do ocorrido. E aí, me deu uma taquicardia momentânea e eu falei: ‘Filha, está tudo bem? Como é que você recebeu isso? Você precisa falar para a professora na hora’. Porque o menino branco lá que falou não pode repetir isso. Ele tem que aprender que isso é crime… Eu falei: ‘Fala para ele que se ele não pagar, os pais dele vão pagar”, argumentou.

Na sequência, a musa contou ter entratado em contato com o colégio da criança. “Falei:  ‘Aconteceu isso, isso e isso e eu quero saber se vocês vão falar com os pais’. Eu estava até discutindo isso com o meu companheiro: ‘Como é que a gente vai começar a ter uma resposta positiva da sociedade se esse menino branco chega na escola, que se diz inclusiva, antirracista, mas em casa os pais são imbecis, e ele vai repetir os que os pais estão falando”, desabafou.

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