Samara Felippo faz desabafo sobre as pressões estéticas

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A atriz Samara Felippo, de 42 anos de idade, publicou um vídeo em sua conta do Instagram acompanhado de um desabafo. No video em questão, a artista aparece sem maquiagem e fala sobre a pressão que recebe pela sua aparência.

“Esse vídeo é um pouco da desmistificação da Samara perfeita, prestes a completar 43 anos. Não serei a Érica de Malhação pra sempre, chega dessa cobrança. Amo me sentir bonita, mas isso não pode virar uma neurose ou causar falta de autoestima”, iniciou ela.

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Em seguida, a atriz declarou que muitas das atrizes acabam perdendo alguns trabalhos por conta de sua aparência: “Como atrizes, perdemos trabalhos por isso, inclusive. Falo isso pra criadores de meninas não cobrarem isso delas. Tenho varizes, tenho melasma, tenho sardas, cabelos brancos, celulites, odeio ter a obrigação de fazer a unha, mas gosto quando sinto vontade e faço. Minha sobrancelha não é a ‘da moda’. E foda-se! São tantas camadas pra gente ter coragem de gritar esse ‘foda-se”, falou ela.

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Filha sofreu racismo

Recentemente, a atriz usou as suas redes sociais para mostrar toda a sua indignação após a sua filha Lara, de oito anos sofrer racismo. A filha de Samara foi xingada por uma criança na escola em que estuda.

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“A Lara veio me relatando que um amiguinho dela chamou ela de negrinha chata: ‘Ah, sua negrinha chata’. Só que ela veio me contar isso, sei lá, uma semana depois do ocorrido. E aí, me deu uma taquicardia momentânea e eu falei: ‘Filha, está tudo bem? Como é que você recebeu isso? Você precisa falar para a professora na hora’. Porque o menino branco lá que falou não pode repetir isso. Ele tem que aprender que isso é crime… Eu falei: ‘Fala para ele que se ele não pagar, os pais dele vão pagar”, disparou ela.

 “Aconteceu isso, isso e isso e eu quero saber se vocês vão falar com os pais’. Eu estava até discutindo isso com o meu companheiro: ‘Como é que a gente vai começar a ter uma resposta positiva da sociedade se esse menino branco chega na escola, que se diz inclusiva, antirracista, mas em casa os pais são imbecis, e ele vai repetir os que os pais estão falando’… E crianças como a minha filha e tantas crianças pretas que deixam de ir para a escola e são feridas na primeira infância, atravessadas pelo racismo…”, falou ela.

“Eu fiquei muito p*. E ela é forte sabe… Eu falei: ‘Você está bem meu amor, está tudo bem? Você se ofendeu, se humilhou?’ Ela respondeu: ‘Não, mamãe, eu só fiquei com vergonha de falar na hora’. Eu disse: ‘Mas tem que falar na hora, não só para esse corpo docente saber, ter capacidade de lidar com a situação racista, como para esse menino aprender também“, finalizou.

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