Vitão diz que trocou maconha por outra coisa

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Depois de dizer que não é hétero, Vitão contou ao jornal Folha de S. Paulo que está tentando trocar o vício em maconha por livros. Na ocasião, o jovem admitiu que mesmo sendo um processo difícil, vem conseguindo fazer isso e já perceber as mudanças.

“Troquei a maconha diária pela leitura diária, isso já mexeu com a minha cabeça de uma forma bizarra. Foi algo super difícil, mas estou conseguindo fazer”, disse ele.

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Ainda na conversa, o famoso comentou sobre se inspirar nas histórias de vida dos seus ídolos. “Como artista, eu me espelho na vida dessas pessoas e posso aprender com os erros, virtudes e conquistas. Quantos artistas não morreram super cedo por causa dos maus hábitos?”, argumentou ele.

Maquiagem

Em um processo de desconstrução, Vitão recentemente desabafou sobre o uso de maquiagem. Por meio do Twitter, o artista enfatizou que se pintar representa muito mais do que uma simples vaidade. Na visão dele, também se trata de uma arte.

“Tenho percebido que me maquiar é muito mais que apenas usar maquiagem, tem um significado muito maior. Se torna uma comunicação, uma luta pelo ‘poder ser e existir’ como se tem vontade, isso para todos, raça humana, vai além de sexualidade, gênero ou qualquer outra divisão. Vou falar bastante sobre isso nos próximos tempos, meu novo lançamento vai comunicar muito disso também, o final de uma maré de ódio q enfrentei na minha vida pra entrar em outro momento onde posso ser muitos ‘eu’ em um só. Podemos nos transformar, ser metamorfoses ambulantes“, admitiu.

Medo

Vale destacar que, o jovem está solteiro, e já admitiu em conversa com Zeca Camargo que sente muito medo de ficar sozinho. No entanto, ele vem tentando lidar com isso, valorizando mais a própria companhia.

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“Sempre tive muito medo de ficar sozinho. Me via sozinho em casa e já era um ‘ai, meu Deus, preciso chamar algum amigo, minha namorada, alguém’. Mas ultimamente eu estou buscando esse refúgio interno, de ficar sozinho mesmo na minha casa com meus cachorros, trocar uma ideia com eles, fazer meu suco verde de manhã, tomar um sol, ler um livro”, disse ele, que ainda admitiu ser cercado de pessoas ao lado, mas internamente sente diferente.

“Eu estou criando esse porto seguro interno, de me sentir forte e bem sozinho. Acho que enquanto a gente não se sente bem e forte sozinho, a gente não sente com ninguém. Pode ter 100 pessoas na nossa casa que a gente sempre vai ter aquela fraqueza”, contou.

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