Yasmin Brunet aconselha fã em meio à guerra com sogra

A modelo Yasmin Brunet, de 33 anos de idade, usou as suas redes sociais para falar sobre como encara as críticas recebidas pelos haters. Por meio da caixinha de perguntas nos stories do Instagram, a esposa do surfista Gabriel Medida fez um desabafo e aconselhou os seus seguidores.

“Sempre me incomodou muito para ser sincera. Hoje em dia, graças a pessoa maravilhosa que eu tenho ao meu lado, consigo lidar muito melhor com isso. É muito importante ter pessoas que te apoiam e estão com você, independentemente do que aconteça. Ter esse apoio muda muita coisa”, disse ela. 

“Além disso, já fiquei um pouco ‘acostumada’. Não deveria ser assim, né? Muito louco se parar para pensar. Tenho ansiedade e já tive depressão, então claro que me afeta de uma forma diferente”,

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Em seguida, Yasmin recomendou aos seus seguidores que acreditem em sí mesmo: “Tantos! Nunca duvide de você mesma! Não duvide da sua realidade. Se afaste de pessoas tóxicas que te fazem mal, porque nada vale a pena tirar sua saúde mental. Não acredite em palavras e sim nas ações das pessoas. Já passei por uma coisa que me fez duvidar da minha própria realidade. Se não tivesse minha amiga comigo, vendo tudo o que estava acontecendo, eu não sei o que teria acontecido. Gas lighting é uma coisa torturante. Por isso digo que aprendi na marra. Não duvide de você nunca! E vá para longe de qualquer pessoa tóxica”, aconselhou.

Yasmin Brunet
Yasmin Brunet (Reprodução/Instagram)

Polêmica com sogra

Recentemente, Yasmin Brunet se pronunciou por meio de suas redes sociais a respeito de uma polêmica que envolveu a sua sogra, Simone Medina. Na ocasião, a modelo desmentiu um suposto video de sexo oral acusado pela sua sogra.

“Em respeito aos meus fãs e do Gabriel, eu quero me manifestar sobre algumas notícias que saíram essa semana. Uma delas diz que existiria um vídeo íntimo meu em posse de uma familiar do meu marido. Essa informação não procede. Não existe tal material. E nunca existiu. No entanto, eu preciso ressaltar que, mesmo que existisse, é lamentável querer diminuir uma mulher por exercer sua sexualidade. Lutamos para sermos livres para fazer o que quisermos, para ocupar lugares que nos foram negados por anos e mais anos… Para sermos donas de nossos corpos e desejos”, declarou ela.

“Não teria nada que me envergonhar e nenhuma mulher também não teria. Não compactuo com o machismo. Assim como a minha vida também não tem espaço para homofobia. Uma outra mentira criada para me atacar seria sobre um suposto relacionamento homoafetivo”, disparou.

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