Leonardo DiCaprio em “Era uma Vez em Hollywood” (Divulgação)

Em um mês no qual blockbusters da Disney, Marvel e Sony dominam as bilheterias com sequências, adaptações e números estratosféricos, estrear um filme original de médio porte parece suicídio. Para a maioria dos diretores sim, mas não no caso de Quentin Tarantino. Era Uma Vez em Hollywood veio para provar que grandes estrelas ainda têm o seu apelo.

Não só isso, como o longa, que faturou 40.4 milhões de dólares em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos, tornou-se a maior abertura de todos os filmes da sua carreira, ultrapassando “Bastardos Inglórios” em 2009 com 38 milhões. “Era Uma Vez…” foi distribuído pela Sony/Columbia, e é o primeiro trabalho de Tarantino sem a parceria com o produtor Harvey Weinstein. Enquanto a maioria dos títulos no cinema oferece tecnologias IMAX e 3D, a produção estrelada por Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie pôde ser vista em algumas cidades nos formatos especiais 35mm e 70mm em película. Os motivos por trás do bom resultado são alguns, entre eles a força por trás dos grandes nomes envolvidos no projeto, assim como a oportunidade de ver algo que foge da tendência do cinema popular dos últimos anos.

Consistência

Mesmo com números bastante satisfatórios, o filme ficou em segundo lugar quando comparado com “O Rei Leão”, que faturou 75.5 milhões no mesmo fim de semana, e acima de “Homem-Aranha: Longe de Casa” que levou 12 milhões e “Toy Story 4” com 9.8 milhões. Resta aguardar e descobrir se a produção continuará com boa arrecadação nas semanas seguintes, ou se sofrerá queda, especialmente com uma estreia forte como a de “Hobbs & Shaw” no horizonte.

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