Esposa de Tom Hanks, Rita Wilson dá detalhes sobre seus sintomas de coronavírus

Tom Hanks e Rita Wilson (Foto: Divulgação)

Faz mais ou menos dois meses que o mundo deu sinais que nunca mais seria o mesmo, devido ao início da pandemia causada pelo novo coronavírus. Uma das primeiras celebridades a fazerem o teste e serem diagnosticados com o vírus foram Tom Hanks, e sua esposa, a atriz Rita Wilson, que se mantiveram em isolamento antes mesmo de a medida se tornar comum.

O casal estava na Austrália ao ser infectado no início de março, curiosamente um dos países que conseguiu conter a transmissão do vírus como nenhum outro. De volta aos Estados Unidos, Rita fez uma participação em um link no Good Morning America, popular programa matinal por lá e contou sua experiência com a doença e tudo o que sentiu no período em que esteve isolada.

“Eu me senti extremamente dolorida, desconfortável … Não queria ser tocada. E então a febre começou – calafrios como eu nunca tive antes. Olhando para trás, também percebo que estava perdendo meu senso de paladar e olfato”, explicou ela.

“Disseram que Tom e eu estávamos expostos ao mesmo tempo a alguém [que possuía o vírus]. Não sabemos quando isso poderia ter acontecido ou onde. Mas tudo o que posso dizer é que todos os nossos contatos íntimos, familiares, em nossa equipe de trabalho, ninguém testou positivo”, continuou Rita, que revelou ter usado cloroquina para tentar se curar. “Temos quer ter muita consideração com essa droga, não sabemos se é segura neste caso”. O casal de atores doou seu sangue, que já possui anticorpos contra a doença, para estudos, e assim possibilitar a criação de uma vacina em potencial.

Os primeiros casos de coronavírus aconteceram em Wuhan, na China, em janeiro, e de lá para cá infectou quase 2 milhões de pessoas em todo o mundo, matando mais de 120 mil. A maioria dos governos proibiu estritamente as viagens e a socialização, com muitos países chegando ao ponto de impor restrições aos cidadãos. No Brasil, o número de casos confirmados chegou a 23 mil nesta segunda-feira, 13 de abril. Os Estados Unidos agora são o epicentro da pandemia, com quase 600 mil casos e 24 mil mortes.

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