Esquadrão 6 (Imagem: Divulgação)
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Esquadrão 6, filme de ação estrelado por Ryan Reynolds, foi lançado em dezembro do ano passado na Netflix e depois de algumas semanas o bom resultado foi confirmado. A plataforma de streaming anunciou que o longa dirigido por Michael Bay foi visto por mais de 83 milhões de contas diferentes em seu primeiro mês no catálogo.

Segundo afirma o The Hollywood Reporter, a Netflix mudou a forma de avaliar os seus dados. Anteriormente, era contabilizado e considerado “assistido” apenas os casos em que 70% da produção fosse visualizada. No entanto, agora para a visualização ser considerada o filme ou série deve ser assistida apenas dois minutos.

Assista ao trailer:

O grupo de elite é liderado por um misterioso homem, interpretado por Reynolds. Mélanie Laurent, Manuel Garcia-Rulfo, Ben Hardy, Adria Arjona, Dave Franco e Corey Hawkins completam o grupo.

Além do time de atores que integra a equipe de elite, o filme ainda conta com Lior Raz, Peyman Moaadi, James Murray, Yuri Kolokolnikov, Kim Kold e Lídia Franco.

 

Sequência?

Em entrevista para o site CinePOP, Ryan Reynolds comentou sobre a possibilidade de retornar para um segundo filme. “Nós voltaríamos para uma sequência, porque nos amamos. Esse elenco genuinamente se ama, então será divertido se acontecer”, afirmou o astro.

Já durante uma conversa com o G1, o elenco foi também foi questionado sobre uma continuação. Eles comentaram sobre um possível novo longa ser ambientado no Brasil. “A sequência tem que ser sobre salvar a Floresta Amazônica. Seria maravilhoso”, disse Mélanie Laurent. Eles também falaram sobre diversidade do elenco, destacando que isso pode aumentar ainda mais. “Estávamos conversando sobre talvez um ator brasileiro, seria legal”, contou Manuel Garcia-Ruffo.

Em Esquadrão 6, o grupo de elite enfrenta um líder tirano de um país fictício no Oriente Médio. “O inimigo no filme não é realmente um lugar real. É meio russo e oriental, com referências variadas. Pelo menos eu acho que a intenção do Michael Bay era misturar elementos para que não houvesse uma cultura ou país específico como alvo. O inimigo é uma espécie de regime sem nome e sem rosto”, defendeu Reynolds.

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