Esquadrão Suicida: Diretor revela como gostaria que a Magia fosse

Cara Delevingne como Magia em Esquadrão Suicida (Reprodução / DC)
Cara Delevingne como Magia em Esquadrão Suicida (Reprodução / DC)

Assim como Liga da Justiça de Zack Snyder, o Esquadrão Suicida de David Ayer sofreu diversas mudanças ao longo de sua produção e o resultado final que chegou aos cinemas não agradou aos fãs. O longa metragem que estreou em 2016 teve como principal a Magia, interpretada por Cara Delevigne, cujo plano era usar os conhecimentos de Amanda Waller (Viola Davis) para aniquilar as defesas criadas pelos humanos e assim dominar o mundo.

Magia teve um visual bem sombrio, mas segundo David Ayer seria bem diferente. No Twitter, uma fã compartilhou uma imagem conceitual da Magia, e o diretor respondeu que era assim que queria que ela parecesse. Confira abaixo:

Em Esquadrão Suicida, Amanda Waller monta equipe formada com super vilões para lidar com todo tipo de ameaça. Com os serviços prestados, esses vilões teriam suas penas reduzidas. O elenco contou com Margot Robbie, Will Smith, Jared Leto, Joel Kinnaman, Jai Courtney, Adewale Akinnuoye-Agbaje e Karen Fukuhara. NO IMDb, o filme teve a nota 6,0 /10 e no Rotten Tomatoes teve 27% de aprovação da crítica e 59% de aprovação do público.

Leia abaixo algum comentário sobre o filme da DC:

“Esquadrão Suicida [tem] muito mais pontos positivos do que sua reputação leva você a acreditar” – Drew Dietsch, Giant Freakin Robot.

“DC parece confuso em que tom escolher em seus filmes recentes. Esquadrão Suicida teria se beneficiado de um aumento na classificação ‘R'” – Murjani Rawls, Deadscreen.

“Os super-heróis da lista B foram lançados no mundo, com seu próprio filme B, e é muito divertido” – Kate Muir, Times (UK).

“Se ainda não o convenci da qualidade surpreendentemente desleixada do filme, é improvável que o faça” – Christopher Orr, The Atlantic.

“Com base na exibição que participei, posso atestar que o público parecia gostar genuinamente das piadas e se envolver nas sequências de ação” – Matthew Rozsa, Salon.com.