Estrelas de The Walking Dead: World Beyond contam o que esperar de próximos episódios

The Walking Dead: World Beyond (Reprodução)
The Walking Dead: World Beyond (Reprodução)

A série The Walkind Dead: World Beyond fez sua estreia na noite deste domingo, 04 de outubro na televisão americana, mas parece que tudo mudou depois da estreia do episódio, que dedicou quase uma hora a mostrar a configuração do Campus Colony, um dos três anéis da Civic Republic Military. Mas não só as personagens principais, Hope (Alexa Mansour) e Iris (Aliyah Royale) deixaram a cidade em busca de seu pai, com amigos a reboque; Felix (Nico Tortorella) e Huck (Annet Mahendru) em perseguição – mas o lugar foi totalmente queimado, e todos dentro dela aparentemente massacrados pelas tropas de choque da tenente Elizabeth Kublek (Julia Ormond), que antes tinha se mostrado amiga das líderes do local.

“Isso vai confirmar que eles eram pessoas más”, disse Mansour ao site Decider sobre o potencial acerto de contas que virá quando as irmãs souberem da destruição do Campus Colony. “Até certo ponto, você quer acreditar que ainda há um pouco de bom em todos. Mas isso apenas confirma, não – você tem que ir com força total contra essas pessoas. Porque eles estão apenas tentando destruí-lo. Eles não se importam com o seu bem-estar”

Royale concordou, acrescentando que se e quando eles descobrissem, é melhor o CRM tomar cuidado com as irmãs Bennett, e não o contrário. “Acho que, especialmente porque elas partiram após este momento culminante, não confiamos nessas pessoas. Não confiamos neles. Deveríamos passar por toda essa jornada e voltar para lá – nós somos lutadoras nesse ponto. Acho que estamos prontas para lutar”.

Dito isso, só porque o CRM assassinou seus amigos e familiares e incendiou suas casas não significa que não há um pouco mais acontecendo do que nossas heroínas esperam. De acordo com a atriz Julia Ormond, isso é parte do que os espectadores deveriam tirar de sua personagem. Citando uma cena em que Elizabeth oferece informações às irmãs com o objetivo de dissuadir sua busca – embora, é claro, apenas encoraje – ela notou que a bondade que os espectadores veem dela pode não ser completamente calculada. “Eu não acho que você deveria ser capaz de definir isso”, disse Ormond. “Desempenhar a ambiguidade disso é parte do papel… Você deve ser capaz, conforme a história se desenrola, de olhar para trás para aquele momento e dizer, ‘Ah, foi isso.’ Ou ‘foi isso’”. O outro propósito dessa ambiguidade, na mente de Ormond é estimular Hope e Iris à ação.

“O líder muitas vezes – a menos que seja Rick Grimes ou alguém assim – os líderes muitas vezes são papéis de apoio”, observou Ormond. “E para isso, são as duas meninas, Hope e Iris. São as outras crianças. Elas estão no centro disso. Em grande medida como Elizabeth alimenta isso é para cutucar: no que elas confiam? No que elas não confiam? Elas têm alguma opção? Ou será que elas não têm mais nada a perder? Elas vão ser niilistas diante do sentimento de que não há futuro? Ou eles farão parte da criação do futuro?”, questionou.