Ex-assistente de Amber Heard foi obrigada a enviar carta falsa para autoridades americanas

Amber Heard e Johnny Depp
Amber Heard e Johnny Depp (Reprodução/ Youtube)

Kate James, ex-assistente pessoal da atriz Amber Heard demitida em 2015 foi uma das testemunhas que depôs no processo de difamação que Johnny Depp está movendo contra o tabloide britânico The Sun, e disse que a atriz atiraria alguém na frente de um ônibus se fosse para salvar a própria pele.

James disse que a Heard pediu em setembro de 2014 que ela enviasse uma carta que a atriz havia redigido para as autoridades de Segurança Interna dos Estados Unidos sobre uma mulher chamada Savannah McMillan. Heard havia contratado a tal mulher para trabalhar como assistente de cenografia, e alegava na tal carta que a mulher estava ilegal no país.

“Savannah, uma cidadã britânica, foi mantida na imigração e questionada sobre a frequência com que ela estava indo e vindo dos Estados Unidos. Na carta de Amber, ela considerou fraudulento o fato de Savannah estar trabalhando ilegalmente. […] Eu gostaria de registrar que a Savannah McMillan é uma amiga pessoal e, pelo que sei, nunca trabalhou ilegalmente ou não nos Estados Unidos”, disse ela.

James alegou em sua declaração que ela sabia que a denúncia de Heard para a polícia, era falsa, e que a patroa estava mentindo voluntariamente para o departamento de imigração dos EUA. Ela acrescentou que tirou uma foto da carta na ocasião.

Sua declaração também teve a ver com o episódio em que Heard enfrentou um processo criminal por causa da entrada ilegal de seus cães na Austrália. Ela disse que tentou conversar com a atriz sobre isso, mas ela não deu ouvidos, e escolheu ignorá-la. “Ela levou os cães deliberadamente para a Austrália. Como em várias circunstâncias que observei, era como se ela sentisse que estava acima da lei”.

A ex-funcionária conta que para se livrar de uma acusação, a atriz tinha pensado em pedir para pessoas próximas fazerem uma carta alegando que ela não sabia dos problemas com os cães no outro país. “O fato de ela estar disposta a me pedir para assinar tal declaração sob juramento é um reflexo de sua abordagem para comigo em geral. Ela não se importava em jogar alguém embaixo do ônibus, se isso significasse salvar sua própria pele”.