Filmes com mais de 3 horas de duração e muitos queriam mais | Parte 2

Sim, eu sei. Dá preguiça sair de casa para ver um filme de três horas, e na nossa vida corrida não permite que a gente perca tanto tempo em uma coisa só na nossa vida. Porém, algumas histórias são tão incríveis, que vale a pena (e muito) ficar três horas imerso nesse universo.

Sem falar que, nesse momento, encontrar um filme entre 85 e 100 minutos é quase um milagre. A maioria tem quase 120 minutos de duração. Logo, o que é prender o xixi por mais 60 minutos?

Nesse post, apresentamos vários filmes que superaram a marca de 180 minutos com facilidade (assim como Vingadores: Ultimato vai fazer) e as pessoas simplesmente amam.

 

 

Filmes com mais de 3 horas de duração e muitos queriam mais | Parte 2

 

JFK – A Pergunta Que Não Quer Calar: “apenas” um dos melhores filmes da história do cinema. Uma mostra da baixeza moral do poder e da exposição de dados no melhor estilo Oliver Stone. É a melhor atuação de Kevin Costner, e um elenco competente ao lado de uma bela trilha sonora ajudam a entregar um filme que é uma lenda. E tem 206 minutos de duração.

Batman vs Superman: A Origem da Justiça: muita gente odeia esse filme (eu mesmo acho esse filme um grande bloco de bosta jogado na minha cara), mas muita gente defende o “Marta!” como se fosse a própria mãe. Logo, está na lista. Oficialmente, tem 183 minutos de duração, mas como a tal #SyderCut explica melhor tudo o que aconteceu, tem muito mais história para se ver.

Magnólia: é quase uma ópera. É um dos filmes mais ambiciosos da história, provocando uma catarse no espectador. É mais um grande filme de 1999, um ano incrível para o cinema norte-americano. Paul Thomas Anderson contou essa história em 189 minutos.

Era uma Vez na América: a estreia de Jennifer Connelly que é um filme maior que a vida, em quase quatro horas de uma história sobre amizade e o renascimento de uma nação. Um prato cheio para convencer alguém a gostar de cinema: uma fotografia imaculada, direção fluída, roteiro ajustado (tem OITO ROTEIRISTAS nesse filme) e música de Ennio Morricone. E tudo foi contado em 229 minutos.

Um Dia Quente de Verão: uma pena que o filme seja relativamente desconhecido, pois é um dos melhores do cinema dos anos 90. É mais uma história grande, onde o seu diretor encontra o equilíbrio e a harmonia necessárias para contá-lo. Íntima como uma história de amor, mas universal na sua abordagem. E tem 237 minutos de duração.

Short Cuts – Cenas da Vida: mais um ótimo exemplo. Robert Altman mantém os seus personagens na mente do público depois de tanto tempo de sua estreia. Um filme que utiliza as infinitas ferramentas do cinema para assentar as bases do realismo sujo de Raymond Carver. Tem 190 minutos de duração.

O Poderoso Chefão Parte II: a imparável ascensão da família Corleone que tenta se reinventar depois da morte de Vito Corleone é uma das melhores (senão a melhor) continuação de todos os tempos. É quase um biopic do seu diretor. E são 202 minutos que não cansam.

A Lista de Schindler: uma das melhores histórias que o cinema contou, com um elenco descomunal e narrativa atemporal, mesmo contando eventos datados. Mais um Oscar para John Williams com uma música imersiva. E um dos filmes mais impactantes que você pode ver. 197 minutos que você nem sente.

The Deer Hunter: Robert de Niro, o grande rei dos filmes longos. Um dos filmes mais importantes na hora de falar sobre a Guerra do Vietnã e mostrar que a guerra não era uma das coisas mais nobres que você pode viver. Uma viagem ao inferno traumático que mudou as personalidades dos seus protagonistas. E tudo é contado em 184 minutos.

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