Ian McKellen relembra quem Christopher Lee queria interpretar em O Senhor dos Anéis

Christopher Lee como Saruman em O Senhor dos Anéis (Reprodução)
Christopher Lee como Saruman em O Senhor dos Anéis (Reprodução)

Recentemente foi feita a Reunited Apart, que contou com a participação do elenco da franquia O Senhor dos Anéis. Durante a transmissão, Ian McKellen, que interpretou Gandalf, relembrou do desejo que Christopher Lee tinha de interpretar seu personagem, mas acabou interpretando Saruman.

Lee era um grande fã dos livros de J. R. R. Tokien, e teria dito para McKellen: “Leio O Senhor dos Anéis todos os anos. Sempre achei que deveria ser o Gandalf”. Apesar disso nunca houve uma rivalidade entre os dois atores e eles se tornaram grandes amigos. Christopher Lee faleceu em 2015.

A trilogia O Senhor dos Anéis foi lançada entre 2001 e 2003 e foi indicada em diversas premiações no cinema. O Retorno do Rei, o terceiro filme, foi o vencedor do Oscar de Melhor Filme. Entre 2012 e 2014, foi lançada uma nova trilogia, mas desta vez baseada no livro O Hobbit, mas não conseguiu alcançar o sucesso da trilogia anterior.

O primeiro filme, O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, teve direção de Peter Jackson e arrecadou US$ 887,8 milhões em bilheteria. O elenco contou com Orlando Bloom, Elijah Wood, Viggo Mortensen, Liv Tyler, Sean Austin, Sean Bean e Cate Blanchett. Veja abaixo algumas avaliações sobre o longa metragem:

“Peter Jackson, especialista em filmes de gênero neozelandês, faz o impossível: ele faz uma versão fiel, mágica, emocionante e, o mais importante, convincente do grande épico de fantasia de culto de Tolkein” – Sean Axmaker, Stream on Demand.

“A Sociedade do Anel é uma peça impressionante de cinema. É, de fato, intensamente fiel ao texto, embora, sem surpresa, grande parte da história seja omitida” – Louis Menand, The New York Review of Books.

“Jackson está trabalhando com uma paixão óbvia; ele sabe que os efeitos mais especiais são esperados dele, mas implementa sua tecnologia de maneira inteligente” – Joshua Rothkopf, In These Times.

“A capacidade de Jackson de manter a universalidade de uma história é louvável” – Covadonga G. Lahera, Sensacine.