Ícone do terror, Robert Englund revela única coisa que mete medo nele

Freddy vs. Jason (Imagem: Reprodução)

Robert Englund é um ícone dos filmes de terror e sempre será lembrado como Freddy Krueger de A Hora do Pesadelo. O assassino morto-vivo tinha o poder de explorar os medos mais profundos de suas vítimas ao entrar nos sonhos delas, e assim mata-las. Com rumores de que um novo filme do personagem pode estar por vir, o ator que já causou medo em tanta gente acabou falando sobre a única coisa que já lhe fez temer.

Englund está atualmente promovendo sua série True Terror com Robert Englund, que estreia nesta quarta-feira, 18 de março no Travel Channel e durante a coletiva de imprensa, falou de sua maior fobia: cobras, dizendo ainda que foi forçado a conviver com o animal para as filmagens de um longa.

“Eu fiz um filme chamado Python: A Cobra Assassina, que foi a sequência de baixo orçamento para Anaconda com Ice Cube e Jennifer Lopez. E foi um daqueles filmes de terror que vão direto para DVD sem passar pelo cinema. Casper [Van Dien, o diretor] estava fazendo muitos desses porque ele teve um grande sucesso com o Starship Troopers. E eles me deram um píton bebê, e um píton albino nesse filme para o meu personagem. Eu era o herpetólogo, especialista em cobras. Na verdade, eles enfiaram um cordão através de uma meia de tubo e colocaram o pequeno píton fêmea, o píton albino em torno do meu ombro. Eles amarraram no meu ombro e deixaram a meia do tubo pendurar na minha axila”, disse ele que foi obrigado a lidar com seu maior medo durante as filmagens.

Durante seu programa, o episódio de estreia mostrará um lojista da Carolina do Norte, que vive uma contagem profética sobre a própria morte em sua cabeça, e ainda sobre pragas que atingiram Nova Orleans no passado: “Tivemos a febre amarela, e a praga da varíola que atingiu Nova Orleans. Médicos legistas, construtores de caixões e coveiros estavam todos enterrando pessoas vivas em conluio. Eles estavam pegando muitos corpos, pois podiam coloca-los em uma caixa de pinho e jogá-los nas costas de uma carruagem. Levavam para um cemitério, cavavam um buraco e jogavam lá. E houve casos de pessoas sendo enterradas vivas, muitas delas. Porque esses caras receberiam uma quantia X de dinheiro e todos faziam parte de uma farsa para fazer isso”, concluiu.