Infinity Studios cria busto do Aquaman incrivelmente realista

Mera (Amber Heard) e Aquaman (Jason Momoa) em Aquaman
Mera (Amber Heard) e Aquaman (Jason Momoa) em Aquaman (Reprodução)

O Aquaman de Jason Momoa se tornou um dos personagens preferidos pelos fãs dos filmes da DC, e a Infinity Studios criou um busto colecionável do herói. As imagens compartilhada por um fã mostram que o busto é deslumbrante, rico em detalhes e extremamente realista (via Heroic Hollywood). Confira abaixo:

Jason Momoa fez sua primeira aparição no universo de filmes da DC em 2016 em Batman vs Superman: A Origem da Justiça. Em 2017 ele teve um papel maior em Liga da Justiça, para em 2018 ganhar seu primeiro filme solo. Para 2022 está sendo esperado o segundo filme solo do Rei de Atlantis.

Aquaman teve direção de James Wan e arrecadou US$ 1,148 bilhão e bilheteria mundial. Além de Jason Momoa, o elenco foi estrelado por Amber Heard, Patrick Wilson, Nicole Kidman e Willem Dafoe. No IMDb, o filme teve a nota 7,0 / 10, enquanto no Rotten Tomatoes teve 65% de aprovação da crítica e 74% de aprovação do público.

Confira abaixo alguns comentários sobre a produção:

“As partes idiotas do filme são as melhores partes do filme. Eu gostaria que tivesse se inclinado a ser mais burro” – Amy Nicholson, FilmWeek (KPCC – NPR Los).

“As imagens widescreen do cineasta veterano Don Burgess seduzem, e o design da produção de Bill Brzeski impressiona poderosamente, mas da próxima vez, alguém por favor dê a Momoa e à empresa um diálogo memorável” – Andrea Gronvall, Chicago Reader.

“Mas ah, essas seqüências de ação: é assim que a sequência de Tron deveria ter parecido e soado” – Matthew Lickona, San Diego Reader.

“Um vislumbre de esperança para o problemático DCU, Aquaman é muito melhor do que um filme sobre um super-herói que fala com peixes que tem o direito de ser” – Dan Tabor, Phawker.

“No geral, Aquaman é tudo o que precisa para ter sucesso. Parece ótimo, é muito divertido, e as sequências de ação são realmente um passo à frente em termos de mesclar coerência com a oferta de exibição cinematográfica” – Dan Scully, Cinema76.