James Gunn revela história de Scooby-Doo 3, filme que não aconteceu

James Gunn
James Gunn (Reprodução)

James Gunn, diretor de O Esquadrão Suicida e Guardiões da Galáxia está adorando interagir com os fãs através das redes sociais neste período de isolamento social causado pelo novo coronavírus. Ele revelou anteriormente que o que o fez estar pronto para dirigir os filmes de heróis da Marvel foi trabalhado anteriormente nos live-actions de Scooby-Doo.

Lançados em 2002 e 2004, os filmes Scooby-Doo, e Scooby-Doo 2: Monstros a Solta, quase ganharam uma continuação, que acabou nunca saindo do papel. “Fiz um acordo para escrever e dirigir o terceiro em 2004, mas como o segundo não arrecadou o retorno suficiente para garantir um terceiro, eles acabaram descartando a ideia.”
O cineasta que tem sido questionado sobre isso constantemente respondeu no Twitter, que um enredo estava planejado, e revelou suas ideias.

“A Mistérios AS, era chamada por uma senhora na Escócia, que reclamava estar sendo atormentada por monstros, mas descobriríamos ao longo do filme, que os monstros na verdade eram as vítimas, e Scooby e Salsicha precisariam repensar seus próprios preconceitos e sistema de crenças”, explicou o diretor.

O terceiro filme da franquia só não aconteceu porque a Warner Bros não achou que o segundo longa alcançou bons números de vendagem, destruindo qualquer possibilidade de sequência.

Atualmente Gunn trabalha em casa editando O Esquadrão Suicida e explicou que o filme não seguirá a linha sombria que a DC costume imprimir em suas obras, nem o clima festivo e alegre dos filmes da Marvel, apostando em características próprias. Ele disse que foi ele próprio quem escolheu trabalhar no filme dos anti-heróis já que lhe foi oferecida a possibilidade de dirigir um projeto sobre Superman, que ele descartou de imediato, alegando que sua preparação para escrever o novo longa, fez com que ele tivesse lido todas as histórias em quadrinhos já pulicadas sobre o Esquadrão.

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