James Gunn revela que deseja fazer crossover entre Scooby-Doo e outra equipe de heróis

James Gunn
James Gunn (Reprodução)

James Gunn, conhecido como diretor do filme Guardiões da Galáxia, tem a turma do desenho Scooby-Doo como uma de suas paixões. O cineasta foi responsável por comandar os dois live-actions dos personagens que surgiram no início dos anos 2000, e chegou a revelar que um terceiro longa estava programado, mas foi cancelado devido à baixa recepção do segundo filme. Respondendo a uma série de perguntas nas redes sociais, ele explicou que gostaria de ver um crossover entre a equipe da Mistério.Inc, e Esquadrão Suicida.

Há um tempo, os fãs chegaram a sugerir que Scooby poderia se unir ao Senhor das Estrelas, mas devido a problemas legais de licenciamento, o mais fácil seria ele se unir a algum personagem da DC, como já aconteceu na série animada de TV dos anos 60, quando Batman e Robin apareceram em um dos episódios. “Scooby e os Guardiões podem ser improváveis considerando que é Warner/Disney. Mas, você sabe, um filme animado da Máquina do Mistério/ O Esquadrão Suicida é sempre possível”, disparou o diretor em uma postagem no Twitter.

Scooby teve algumas modificações interessantes no novo filme SCOOBY!, mas os fãs têm mesmo um fraco pelos filmes que Gunn escreveu com a franquia, já que sempre que ele toca no assunto, surgem centenas de perguntas. “O filme foi originalmente destinado a ser PG-13 (algo como classificação 14 anos no Brasil) e foi cortado para PG depois que 3 pais ficaram indignados em uma exibição de teste em Sacramento. O estúdio decidiu seguir um caminho mais familiar”, disse Gunn no ano passado.

“A linguagem, piadas e situações sexuais foram removidas, incluindo um beijo entre Daphne e Velma, mas, felizmente, o peido permaneceu. Eu pensei que na época a mudança de classificação era um erro. Senti que muitos adolescentes veriam o primeiro filme e não conseguiram o que queriam (e não voltaram para a sequência). Mas hoje eu não sei. Muitas crianças adoravam esses filmes, o que é muito legal”, explicou.