Joe Russo diz que atuação de Tom Holland em Cherry é digna de Oscar

Tom Holland
Tom Holland (Reprodução)

Tom Holland está provando que pode ser bem mais que um ator apaixonado em um filme de super-heróis e vem ganhando elogios de alguns cineastas, entre eles Joe Russo, um dos diretores de Vingadores, mas por sua atuação em Cherry. No novo drama criminal, estrelado por Holland, ele vive um médico do exército com transtorno pós-traumático, que começa a assaltar bancos para conseguir manter seu vício em opioides.

Segundo o cineasta, a atuação do ator de 23 anos é tão boa, que ele considera até digna de Oscar, marcando algo muito diferente para sua carreira do que ele havia feito até então. “Conte comigo na lista de pessoas que estão prontas para começar a campanha de premiação hoje. Acho que todos ficarão impressionados quando tiverem a chance de ver a profundidade e versatilidade que ele traz para Cherry. Ele é um ator talentoso geracionalmente”, disparou o cineasta ao programa de TV Entertainment Tonight.

“Acho que é uma performance digna de Oscar. Eu acho que ele é absolutamente incrível nele. Ele dá uma performance angustiante. O que ele faz a si mesmo emocionalmente e fisicamente é inacreditável. Não vemos um ator em um papel como este há algum tempo. O filme se estende por uma década, complementado por uma performance épica. E um que eu certamente espero que será na conversa do Oscar”.

Russo também foi perguntado quando o público poderia finalmente assistir ao filme, e ele contou que espera lança-lo antes do fim deste ano, caso tudo corra bem a partir de agora em relação à pandemia causada pelo novo coronavírus. “Como todas as indústrias, a pandemia vai transformar a maneira como fazemos filmes. Novas tecnologias serão aceleradas à medida que buscamos maneiras de controlar e tornar seguro o ambiente de filmagem. Acho que Anthony e eu temos explorado um novo capítulo em nossas vidas desde Vingadores: Ultimato. Nossa única motivação para seguir em frente é encontrar grandes histórias para contar. Histórias que nos movem, nos fazem pensar, nos desafiar e fazer perguntas sobre o estado do mundo”, disse Russo.