Judy: Muito Além do Arco-íris ganha novo trailer legendado; Assista

Renée Zellweger em Judy
Renée Zellweger vive em Judy Garland em cinebiografia (Reprodução/YouTube – ONE Media)

Um novo trailer legendado de Judy: Muito Além do Arco-íris foi divulgado pela Paris Filmes. O filme retrata a história de vida da atriz e cantora Judy Garland e tem Rennée Zellweger como protagonista. 

Nesta nova prévia, a personagem principal aparece em meio aos problemas pessoais que é obrigada a lidar como a criação dos filhos enquanto tem que conciliar a ascensão da sua carreira. 

Toda a história se passa durante uma turnê em Londres, em 1960, e mostra que por trás do glamour e aclamação que vive diante do palco, também sofre com a vontade de retornar para casa e poder passar mais tempo com os filhos. 

O elenco da produção ainda conta com Jessie Buckley, Finn Wittrock, Bella Ramsey, Rufus Sewell e Michael Gambom. A direção fica por conta do dramaturgo Rupert Goold. A estreia acontece nos cinemas nacionais dia 30 de Janeiro de 2020.

Judy foi responsável por indicar Zeelweger ao prêmio de Melhor Atriz no Globo de Ouro. Ela concorre com Cynthia Erivo (Harriet), Scarlett Johansson (História de um Casamento), Saoirse Ronan (Adoráveis Mulheres) e Charlize Theron (As Golpistas).

Judy – Alem do Arco-íris, que já estreou nos Estados Unidos, agradou a crítica com 83% de aprovação, no site Rotten Tomatoes. “Liderado por uma performance competente de [Zellweger], ‘Judy’ captura os dias minguantes de uma amada artista com compaixão cristalina”, diz o consenso geral. 

Leah Greenblatt, do Entertainment Weekly, destacou a interpretação de Renée. “Judy é um filme pequeno com uma grande performance de Zellweger, que não apenas interpreta a atriz de ‘O Mágico de Oz’ no último ano de sua vida, com de fato faz parecer um possessão completa em seu corpo.”

“[Judy] contém o que é facilmente o melhor desempenho da carreira de Zellweger. O filme em si funciona melhor como uma vitrine para a virada extraordinária da atriz, quando ela se transforma em Judy Garland, concentrando-se nas últimas performances da carreira de Garland nos meses que antecederam sua trágica morte aos 47 anos. Zellweger sempre foi, boa – provavelmente melhor do que muitos dos papéis que ela recebeu, especialmente aqueles no início de sua carreira. Ela chega ao centro de Garland com a intensidade bruta de uma mulher em espiral…. Zellweger captura o corpo magro e levemente contorcido de Garland, sua voz e até sua maquiagem e maneirismos. Coisas tão sutis como a forma como Garland pronuncia a palavra “maravilhoso” não são deixadas de lado por Zellweger, que trouxe a lenda para uma vida vívida e colorida. Zellweger até navega excepcionalmente bem nas partes cantantes, capturando o espírito de como Garland cantou, mesmo que ela não consiga se igualar à beleza daquela famosa voz”, Sasha Stone ao The Wrap/Awards Daily.

“[O diretor Rupert] Goold é conhecido principalmente como diretor de teatro; ele foi indicado ao Tony este ano por sua direção de Ink, uma peça sobre a ascensão de Rupert Murdoch e sobre o jornalismo de tabloide. Às vezes, ele se esforça demais para tornar o material cinematográfico, mas certamente trabalha lindamente com Zellweger, que apresenta uma performance de bravura que até a Garland, notoriamente perspicaz, teria aplaudido”, Stephen Farber, do The Hollywood Reporter.

“Uma performance climática de ‘Over the Rainbow’ é soberbamente interpretada por Zellweger como parte confessional do fluxo de consciência, parte redefinição de retorno à inocência; raramente desde a sua encarnação original do ‘O Mágico de Oz’, a clássica canção tem sido usada com tanto brilhantismo na tela. Mesmo na época em que ela estava caminhando em direção a uma indicação ao Oscar em Chicago – e com certeza você consegue traçar uma linha irregular da voraz Zellweger apresentada lá para a treinada nos holofotes e carente de amor Garland – seria quase impossível imaginar a atriz nesse papel. Quase duas décadas depois, o elenco faz um agridoce sentido: Uma queridinha da América que optou por abdicar do pesado título, ela interpreta Garland, com carinho e sentimento palpáveis, como alguém que já esteve além do arco-íris e voltou”, Guy Lodge  para a Variety.

“[Judy é] a performance mais descontraída e pessoal que vimos de Zellweger há algum tempo…. Zellweger enfrenta resolutamente o desafio de interpretar Judy no palco e fora dele: seus olhos se enrugam com um beicinho trêmulo quando seus sentimentos são machucados, e às vezes quando são o oposto de machucar, embora ela seja talvez menos convincente…. Zellweger nos dá uma homenagem ao talento de Judy Garland e ao espírito de que o show tem que continuar, ainda que seja um fardo e uma força motriz”, Peter Bradshaw, do The Guardian.

 

Amante das diversas formas de expressão cultural. Viciado em séries, e sempre por dentro das últimas novidades do cinema. Ama dramas e sempre tenta dar uma oportunidade para as fantasias, distopias e os longas de ação e terror.

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