Judy recebe nota impressionante no Rotten Tomatoes

Renée Zellweger em Judy
Renée Zellweger vive em Judy Garland em cinebiografia (Reprodução/YouTube – ONE Media)

Renné Zellweger é a estrela da cinebiografia que acompanha a vida de Judy Garlland, intitulada Judy, que acompanha a fase mais madura da artista que brilhou no Festival de Cinema de Telluride, e tem sido bem aceito pela crítica que tem elogiado a atuação da famosa. 

O filme conseguiu 88% de aprovação no Rotten Tomatoes. A nota-média chegou a 6.79/10, através da análise de 33 reviews, mas como a trama ainda não estreou é capaz destes números subirem ainda mais, assim com pode ocorrer uma queda nas próximas semanas. 

“liderado por uma performance competente de [Zellweger], ‘Judy’ captura os dias minguantes de uma amada artista com compaixão cristalina’”, diz a avaliação de consenso geral sobre a trama. 

Leah Greenblatt, da Entertainment Weekly, destacou a incrível semelhança e como a protagonista conseguiu transparecer a imagem da atriz. “Judy é um filme pequeno com uma grande performance de Zellweger, que não apenas interpreta a atriz de ‘O Mágico de Oz’ no último ano de sua vida, com de fato faz parecer um possessão completa em seu corpo.”

Já Sasha Stone, do The Wrap e Awards Daily, cravou a produção como o melhor papel vivido por Zellweger. “[Judy] contém o que é facilmente o melhor desempenho da carreira de Zellweger. O filme em si funciona melhor como uma vitrine para a virada extraordinária da atriz, quando ela se transforma em Judy Garland, concentrando-se nas últimas performances da carreira de Garland nos meses que antecederam sua trágica morte aos 47 anos. Zellweger sempre foi, boa – provavelmente melhor do que muitos dos papéis que ela recebeu, especialmente aqueles no início de sua carreira. Ela chega ao centro de Garland com a intensidade bruta de uma mulher em espiral…. Zellweger captura o corpo magro e levemente contorcido de Garland, sua voz e até sua maquiagem e maneirismos. Coisas tão sutis como a forma como Garland pronuncia a palavra “maravilhoso” não são deixadas de lado por Zellweger, que trouxe a lenda para uma vida vívida e colorida. Zellweger até navega excepcionalmente bem nas partes cantantes, capturando o espírito de como Garland cantou, mesmo que ela não consiga se igualar à beleza daquela famosa voz”, afirmou. 

O The Hollywood Reporter, através do texto assinado por Stephen Farb, apontou como a experiência do diretor Rupert Gold no teatro fez com que o resultado final do longa fosse impecável. “[O diretor Rupert] Goold é conhecido principalmente como diretor de teatro; ele foi indicado ao Tony este ano por sua direção de Ink, uma peça sobre a ascensão de Rupert Murdoch e sobre o jornalismo de tabloide. Às vezes, ele se esforça demais para tornar o material cinematográfico, mas certamente trabalha lindamente com Zellweger, que apresenta uma performance de bravura que até a Garland, notoriamente perspicaz, teria aplaudido.”

“Uma performance climática de ‘Over the Rainbow’ é soberbamente interpretada por Zellweger como parte confessional do fluxo de consciência, parte redefinição de retorno à inocência; raramente desde a sua encarnação original do ‘O Mágico de Oz’, a clássica canção tem sido usada com tanto brilhantismo na tela. Mesmo na época em que ela estava caminhando em direção a uma indicação ao Oscar em Chicago – e com certeza você consegue traçar uma linha irregular da voraz Zellweger apresentada lá para a treinada nos holofotes e carente de amor Garland – seria quase impossível imaginar a atriz nesse papel. Quase duas décadas depois, o elenco faz um agridoce sentido: Uma queridinha da América que optou por abdicar do pesado título, ela interpreta Garland, com carinho e sentimento palpáveis, como alguém que já esteve além do arco-íris e voltou”, avaliou Guy Lodge da Variety. 

Na crítica do The Guardian assinada por Peter Bradshaw, a atuação de Zellweger é também de amizade. “[Judy é] a performance mais descontraída e pessoal que vimos de Zellweger há algum tempo…. Zellweger enfrenta resolutamente o desafio de interpretar Judy no palco e fora dele: seus olhos se enrugam com um beicinho trêmulo quando seus sentimentos são machucados, e às vezes quando são o oposto de machucar, embora ela seja talvez menos convincente…. Zellweger nos dá uma homenagem ao talento de Judy Garland e ao espírito de que o show tem que continuar, ainda que seja um fardo e uma força motriz.”

Jessie Buckley, Finn Wittrock, Rufus Sewell e Michael Gambom também fazem parte do elenco. O longa tem estreia marcada para o dia 27 de setembro. 

Amante das diversas formas de expressão cultural. Viciado em séries, e sempre por dentro das últimas novidades do cinema. Ama dramas e sempre tenta dar uma oportunidade para as fantasias, distopias e os longas de ação e terror.

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