Lili Reinhart revela qual a sensação de ser produtora executiva em seu próprio filme Chemical Hearts

Lili Reinhart e Austin Abrams estrelam Chemical Hearts (Imagem: Reprodução/ Amazon Prime Video)

Estrela da série Riverdale, Lili Reinhart estreia nesta sexta-feira, 21 de agosto, seu novo filme Chemical Hearts. No drama original da Amazon Prime Video, ela dá vida a Grace uma moça que aparece para ser editora de um jornal e precisa lidar com dramas do passado que a impedem de seguir uma vida social. O filme também marcou a estreia da atriz como produtora executiva, e ela falou em entrevista ao The Hollywood Reporter sobre como se sentiu na função.

“Foi maravilhoso estar envolvida do início ao fim do filme, tanto na produção como atuando, e eu adoro. Foi a mesma sensação de quando estive em meu primeiro piloto com 13 anos de idade. Eu acabei me envolvendo em tudo, e mesmo quando terminamos de filmar eu estava mandando e-mails para o diretor, sendo bem irritante (risos). Mas fiquei bem por me sentir apta a função”, disse ela

“Senti que minha opinião era levada em consideração. Foi uma experiência divertida, e que eu quero continuar trabalhando com isso, na produção executiva”, disparou Reinhart, que contou ainda em entrevista ao site que enquanto filmava o longa, acabou escrevendo um livro inteiro de poesias.

Questionada sobre como sua experiência no set a ajudou a se inspirar e escrever mais, ela disse que colocou seus textos em ordem de profundidade, e alguns momentos de sombra, melancolia e introspecção estavam presentes, mas como ela estava lendo muitas poesias sentiu que era o momento e escrever também. “Tudo o que Grace estava sentindo me ajudou, porque eu também sentia aquilo por internalizar os sentimentos da personagem. Então os poemas vinham naturalmente mesmo eu sendo uma personagem, e me deixando levar por todas as emoções que Grace estava sentindo”

Lili está sempre conversando com seus fãs, e falando abertamente sobre sua vida e seus problemas, e disse que não vê problemas nisso: “Isso é importante para mim, mesmo com amigos próximos ou família. Acho que se você segue meu trabalho e apoia nele, ou me apoia como ser humano, não vejo problema em falar como estou me sentindo. Acho que precisamos normalizar o fato de expressar como estamos nos sentindo. Eu não quero ser um enigma, ou apenas uma foto numa rede social ou numa revista”.