Linda Cardellini conta como reagiu a pedido inusitado de Tom Hardy em Capone

Linda Cardellini como Mae Capone no filme Capone (Foto: Reprodução)
Linda Cardellini como Mae Capone no filme Capone (Foto: Reprodução)

Tom Hardy é conhecido por ser completamente comprometido em seus papéis, e claro, ele espera que seu colegas de trabalho também deem tudo de si nas cenas. Mais recente trabalho de Hardy é Capone, onde interpreta o famoso gangster que dá nome ao filme, e o elenco também contou Linda Cardellini, que deu vida a Mae Capone, esposa de Al Capone.

Em uma entrevista para The Hollywood Reporter, Linda Cardellini falou um pouco sobre atuar com Tom Hardy no set de Capone. Ela relatou que precisou dar um tapa de verdade no ator, e mesmo sendo algo não muito agradável, Hardy a incentivou a fazer isso.

“Fiquei aterrorizada. Não queria lhe dar um tapa forte, mas ele disse: ‘Vá em frente’, então eu fiz. Foi um tapa bastante desagradável, e tivemos que fazer várias vezes. E, depois de cada tomada, eu apenas olhava para ele e meu coração afundava e eu dizia: ‘Você está bem?’. Mas você sabe, ele é forte”.

Capone foi lançado em 12 de maio deste ano. O filme dirigido por Josh Trank, revela a história de Al Capone logo depois que ele sai da prisão e começa a ser tomado pela loucura. No IMDb, o longa metragem conquistou a nota 4,8 / 10, e no Rotten Tomatoes conseguiu 41% de aprovação da crítica e 29% de aprovação do público.

Leia abaixo outras avaliações sobre o longa metragem:

“Não é mais perspicaz do que a abertura de Geraldo Rivera, de 1986, de “Al Capone’s Vault” na TV ao vivo: é baseada em promessas, mas no final, não há nada para ver aqui” – Mike Scott, Times-Picayune.

“Tom Hardy é a razão para assistir aqui. É isso aí. Ele prende sua atenção por tempo suficiente para investir nos últimos dias de Capone, mesmo que o resto do filme esteja muito atrasado” – Dan Buffa, KSDK News.

“Os horríveis contrastes estão embutidos na história bem concebida, mas Trank não confia nela nem se eleva às exigências de suas ambições fantasmagóricas” – Richard Brody, New Yorker.