Lionsgate toma decisão sobre estreia de Run, terror com Sarah Paulson

Kiera Allen e Sarah Paulson em cena do filme “Run” (Imagem: Divulgação/ Entertainment Weekly)

Por causa da pandemia do Coronavírus, a Lionsgate decidiu adiar a estreia de Run, terror dirigido por Aneesh Chaganty (Buscando…) e estrelado por Sarah Paulson (American Horror Story). Anteriormente previsto para chegar aos cinemas em oito de maio, o longa ainda não possui uma nova data definida para ser lançado [via Deadline].

Além de ser o responsável pela direção, Aneesh Chaganty também atua no roteiro junto com Sev Ohanian (My Big Fat Armenian Family).

A trama, centrada a maior parte dentro de casa, acompanha a história de Diane (Paulson) e Chloe (Kiera Allen), sua filha de 17 anos. A garota cadeirante é mantida dentro de casa, isolada do mundo exterior. No entanto, os dias começam a ganhar movimento quando Chloe começa a desconfiar que sua mãe esconde alguma coisa obscura. Aos poucos virá à tona o passado intenso e sombrio de Diane. É o início de uma relação ainda mais perturbadora com essa mãe obcecada.

Assista ao trailer:

 

Personagem intensa

Sarah Paulson, conhecida por muitas por atuar em American Horror Story, está acostumada com papéis fortes e obscuros. Em conversa com a Entertainment Weekly, a atriz falou sobre o que a atraiu ao projeto.

“Eu não sei se procuro uma singularidade em um personagem em termos de querer fazer algo ou não. Eu estava realmente interessada em trabalhar com Aneesh, porque eu realmente amei Buscando, e achei que era uma maneira incrivelmente inventiva de contar uma história que vimos antes. Então, eu fiquei muito atraída pelo projeto principalmente por causa disso. Mas eu também sempre gosto de explorar coisas que eu realmente não experimentei na minha vida. Eu não sou mãe e acho que, do ponto de vista da atuação, é sempre um desafio tentar encontrar uma maneira de se enraizar em uma realidade que você não conhece”, disse.

Paulson ainda falou sobre sua personagem, uma mãe obcecada, com um passado misterioso e sombrio. “[Diane e Chloe] vivem uma vida muito isolada, e elas realmente só têm uma a outra. Mas Chloe está naquele ponto de sua vida agora, onde ela está começando a querer explorar além dos limites de sua vida muito isolada, o que é muito normal. Mas acho que Diane acha isso muito assustador da maneira que a maioria dos pais pensa, no minuto em que seus filhos estão interessados ​​em voar no galinheiro. Diane só pode ter sentimentos particulares que vão um pouco mais ao extremo, é tudo”.

 

 

Run (Imagem: Divulgação)

 

Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), apaixonada por literatura, cartas e pela magia do cinema. Escritora de histórias e trajetos dos amores.