Livro sobre A Ascensão Skywalker fala do destino de Rey no filme

Daisy Ridley como Rey em Star Wars (Foto: Reprodução / LucasFilm)

Atenção! O texto a seguir contém spoilers!

A nova trilogia de Guerra nas Estrelas que se iniciou em 2015 com Star Wars: O Despertar da Força dividiu a opinião dos fãs, onde houve muitas ressalvas sobre o quanto a história se assemelhava à trilogia original, a falta de planejamento entre um filme e outro e principalmente com a conclusão da história de Rey (Daisy Ridley).

Durante sua saga, Rey descobriu que conseguia usar a Força e começou uma saga em busca de seu passado, além é claro, de lutar contra a tirania da Primeira Ordem. Em Star Wars: A Ascensão Skywalker, a protagonista descobre que é neta de Sheev Palpatine, o maior vilão da saga e que vem causando problemas na galáxia há gerações. Contudo, no final do filme Rey decide renunciar o sobrenome do avô e usar o sobrenome Skywalker. Tal decisão agradou alguns fãs, enquanto outros não aceitaram muito bem.

De acordo com uma matéria do site Legião dos Heróis, um livro intitulado The Art of Star Wars: The Rise of Skywalker, mostrou que a decisão de que Rey se tornaria uma Skywalker mesmo sem ter um laço de sangue com a família já havia sido tomada bem antes de O Despertar da Força ter chegado nos cinemas. Pablo Hidalgo, chefe do Lucasfilm Story Group, escreveu: “Eu gosto da ideia de que ela seria nossa Skywalker, mas ela não era uma Skywalker. Então, para nossos propósitos, o ‘Skywalker’ é realmente uma metáfora. Não tem que ser algo que está diretamente ligado ao sangue”.

O episódio 9 de Guerra nas Estrelas chegou nos cinemas em dezembro de 2019. O longa metragem dirigido por J. J. Abrams arrecadou cerca de US$ 1,058 bilhão em bilheteria mundial. O longa metragem já está disponível nas mídias digitais.

Formado em administração e psicologia. Adora cartoons, animes e series animadas. Atualmente faz curso de desenho com especialização em cartoons.

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