Lori Loughlin, de Três é Demais, se declara culpada em escândalo

Lori Loughlin, atriz de Três é Demais
Lori Loughlin, atriz de Três é Demais (Reprodução)

A atriz da série Três é Demais (Full House), Lori Loughlin concordou em se declarar culpada juntamente com seu marido, o estilista Mossimo Giannulli no escândalo da compra de vagas para suas filhas na Universidade do Sul da Califórnia.

O acordo da atriz envolve dois meses de prisão e 24 meses de libertação supervisionada, além de uma pequena multa. Giannulli passará cinco meses na prisão, e depois desse período, um juiz finalmente decidirá a punição.

Loughlin e Giannulli estavam programados para ir a julgamento em outubro por acusações de que eles teriam pago 500 mil dólares para que suas filhas ingressassem na faculdade. Eles negaram o pagamento de subornos, chamando seus pagamentos até então de doações legítimas.

O casal de Hollywood estava entre os 16 pais inicialmente acusados ​​de conspiração de lavagem de dinheiro pelo envolvimento no escândalo. A acusação veio com uma possível sentença máxima de 20 anos de prisão. Segundo o governo, os dois são agora o 23º e o 24º pais que se declararam culpados no caso de admissão na faculdade.

A atriz e o estilista foram presos em março de 2019, depois que promotores federais de Boston abriram queixa acusando a ambos, e outras 48 pessoas de conspiração para cometerem fraude e enganarem o sistema colegial para que seus filhos fossem admitidos em universidades de difícil entrada.

A atriz Felicity Huffman também foi presa no escândalo, e chegou a se declarar culpada em maio do ano passado, condenada a 14 dias de prisão, com uma multa no valor de 30 mil dólares e 250 horas de serviço comunitário.

“De acordo com os acordos apresentados hoje, esses réus cumprirão penas de prisão que refletem seus respectivos papéis em uma conspiração para corromper o processo de admissão na faculdade e que são consistentes com as sentenças anteriores neste caso. Continuaremos a buscar a responsabilização por minar a integridade das admissões nas faculdades”, afirmou o advogado dos Estados Unidos, Andrew Lelling.