Minha Mãe É Uma Peça 3 está próximo de recorde do cinema nacional

Minha Mãe é Uma Peça 3 (Imagem: Divulgação)

O filme Minha Mãe É Uma Peça 3 já se mostrou um verdadeiro sucesso de bilheteria. Conquistando a maior arrecadação na história, agora o longa também se aproxima de bater mais um recorde do cinema nacional. Recentemente, o filme bateu a marca de 10 milhões de espectadores e pode, assim, chegar a bater o recorde de maior público (ou maior audiência) de toda a história do cinema no Brasil. Os dados foram divulgados pelo CinePOP.

Até o momento, o título pertence ao filme Nada a Perder (de 2018), dirigido por Alexandre Avancini e que traz a história do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal. A marca registrada pelo filme é de 11,9 milhões de pessoas. O segundo lugar ficou com o filme Os Dez Mandamentos (de 2016), também de Alexandre Avancini. O público registrado é de 11,3 milhões de espectadores.

Vale lembrar que a disparidade entre número de pagantes e maior bilheteria (o que atualmente está com Minha Mãe É Uma Peça 3, mesmo o filme não tendo ainda batido o recorde de público) acontece por conta de fatores como a diferença nos ingressos (maior número de ingressos integrais ou meia-entrada) e também inflação. Até o momento, de acordo com os últimos dados revelados, o longa que tem Paulo Gustavo estrelando já soma uma receita de US$ 150 milhões.

Nada a Perder, por sua vez, somou US$ 120 milhões em bilheteria. Além disso, outro fator que também se deve levar em conta é toda a polêmica que envolveu os filmes advindos da Record. Enquanto sessões eram apontadas como lotadas, informações reveladas à época dos dois filmes davam conta de que as sessões estavam, na verdade, vazias. Apesar disso, Minha Mãe É Uma Peça 3 já está fazendo história no cinema nacional.

Em entrevista ao G1, Paulo Gustavo, que também é um dos roteiristas do filme, falou sobre a força do humor, gênero que carrega o filme e que garante o sucesso do longa: “Eu acho que o humor é o melhor gênero pra falar e criticar ou quebrar tabus. Eu tenho o melhor gênero na mão para fazer isso. Para falar de assuntos delicados… Eu sou muito crítico comigo mesmo. Então, às vezes, eu escrevo uma coisa e passa um tempo. É que nem massa de bolo. Aí eu passo cinco dias, releio, e falo: ‘Ah, não, não vou falar isso não, não tem nada a ver falar isso'”.

Possui Mestrado em Comunicação e Graduação em Jornalismo. Pesquisa cultura pop e também trabalha com o tema.

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