Jennifer Aniston como Rachel de Friends
Jennifer Aniston como Rachel de Friends (Imagem: Reprodução)

Tudo bem, a gente sabe que nada que é bom dura para sempre, mas ainda assim é triste ver séries clássicas deixando a programação da Netflix. A estratégia foi usada por vários dos novos serviços de streaming que procuram tirar da plataforma sua supremacia no mercado.

Um dos maiores baques veio com a notícia de que Friends, que acompanha os assinantes “desde sempre” e é a produção com a qual o público em geral mais retorna para maratonar, deixará de estar disponível a partir de janeiro de 2020, quando Rachel, Ross, Monica, Chandler, Joey e Phoebe estarão de malas prontas para o HBO Max.

Em seguida, os fãs da comédia The Office também ficarão órfãos começando em 2021 quando a série passará a integrar o catálogo do Peacock, da NBCUniversal. Mas calma que isso não é tudo. Especificamente na América do Norte, Raymond e Companhia e também Um Maluco na TV/30 Rock se mudam para o Peacock, que também tira sucessos como Downton Abbey do Amazon Prime e Brooklyn Nine-Nine do Hulu.

Ou seja, tá sobrando para todo mundo e aparentemente as coisas não estão fáceis para ninguém. Porém o executivo Ted Sarandos fez questão de afirmar durante evento promovido pela Vanity Fair, que a Netflix não está preocupada com as perdas.

Cabeça erguida

Assistir o conteúdo da biblioteca faz parte da experiência na Neflix, com certeza, mas o que faz as pessoas assinarem e o que faz com que elas continuem é ter suas séries preferidas no catálogo, o que tem sido formado mais do que nunca por conteúdo original exclusivo”, explicou.

É claro que Sarandos precisa defender a estabilidade da marca, porém não há como negar que tirando fenômenos como Stranger Things, não existem muitas produções originais da plataforma que consigam bater de frente a popularidade de algo como Friends (talvez, quem sabe, a nova The Witcher).

Seja como for, investir em quantidade – e mais importante qualidade – de programação original é sem dúvida uma decisão inteligente que também está sendo copiada pela concorrência, como é o caso da Amazon com O Senhor dos Anéis. Quem sairá vencedor dessa batalha, só o tempo dirá.

 

 

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