Novo filme da Netflix consegue a pior avaliação no Rotten Tomatoes

Cena de The Last Days of American Crimes (Reprodução / Netflix)
Cena de The Last Days of American Crimes (Reprodução / Netflix)

Na sexta feira (5), chegou ao catálogo da Netflix filme The Last Days of American Crimes, longa metragem dirigido por Olivier Megaton e que á baseado em um graphic novel homônima lançada em 2009 que foi escrita por Rick Remender e tem desenhos de Greg Tocchini. O filme é estralado por Édgar Ramírez, Anna Brewster, Michael Pitt, Sharlto Copley, Patrick Bergin, Sean Cameron Michael  e Mohammad Tiregar. De acordo com a sinopse, a história se passa no futuro, onde o governo dos EUA planeja transmitir um sinal para impossibilitar o terrorismo e outras práticas ilegais.

Contudo, o que chamou a atenção da produção foram as avaliações que recebeu no Rotten Tomatoes. The Last Days of American Crimes conseguiu 0% na avaliação geral dos críticos, que também não pouparam palavras para descrever o quão ruim é o filme. Por parte do público geral, o longa metragem conseguiu 27% na avaliação. No IMDb, alcançou a nota 3,6 / 10.

Leia abaixo o que a crítica falou sobre o filme da Netflix:

“Não se preocupe com história, personagens ou palavras, mas adora violência? Mesmo assim você ficará desapontado” – Johnny Oleksinski, New York Post.

“A confusão ideológica dos cineastas parece tão cinicamente oportunista quanto qualquer dos personagens reais” – Jesse Hassenger, AV Club.

“Uma morte cerebral que se arrasta para a frente como a casca zumbificada do filme que quer ser: ‘The Last Days of American Crimes’ é uma marcha mortal de clichês que não oferece nada para olhar e menos ainda para considerar” – David Ehrlich, indieWire.

“Apenas uma confusão de idéias e tiques estilísticos acumulados em filmes melhores como Upgrade, Minority Report, Resident Evil, The Purge e Suicide Squad (bem, talvez isso seja exagero)” – James Croot, Stuff.co.nz.

“Se você continuar assistindo Os Últimos Dias do Crime Americano, é porque … você não tem nada muito melhor para fazer” – Pablo O. Scholz, Clarín.

“Um thriller distópico distraidamente chato, com personagens monótonos (e / ou estranhos) e uma premissa desperdiçada” – Matt Fowler, IGN Movies.