Daniel Craig
Daniel Craig como 007 (Imagem: Divulgação)

A produção do novo filme de James Bond, o agente secreto 007, não economizou no orçamento. O valor bateu recorde entre os orçamentos da franquia e se tornou a produção mais cara entre todas elas. 007: Sem Tempo para Morrer, que chega aos cinemas em 2020, é o mais caro de todos. Os dados foram revelados pelo site de notícias de entretenimento The Hollywood Reporter.

De acordo com o portal, o filme custou um total de US$ 250 milhões. Entretanto, o valor ainda deve subir, já que o preço do marketing ainda não foi adicionado a essa quantia. O THR lembra que, anteriormente, o recorde pertencia ao filme lançado em 2015, chamado de 007 contra Spectre. O longa custou US$ 245 milhões (sem adição do valor de marketing) e, de retorno somou uma bilheteria em torno de US$ 880 milhões.

Segundo as informações, o orçamento dos filmes da franquia, que tem cada vez fica mais caro, bate recorde, agora, devido ao cachê de Daniel Craig, entre outras necessidades. Isso porque o ator teria pedido um valor mais alto para retornar uma última vez ao papel. Depois do filme de 2020, o ator não vai voltar a interpretar o agente secreto.

Com isso, já começaram as especulações sobre quem pode ocupar esse papel nos próximos longas da saga. Muitos pedem que uma mulher seja inserida no papel, no lugar de Daniel Craig. Entretanto, nem todos concordam com essa possibilidade.

Em conversa com o site de notícias de entretenimento The Hollywood Reporter, o ator Pierce Brosnan, que já interpretou James Bond, apoiou a ideia. “Acho que vimos homens fazendo isso nos últimos 40 anos. Saiam do caminho, caras, está na hora colocar uma mulher como protagonista. Eu acho que seria emocionante, seria animador”, disse Brosnan ao THR.

Por outro lado, John Rhys-Davies, responsável por interpretar o General Leonard Pushkin no filme 007: Marcado para a Morte (1987), discordou. Ao The Express, ele afirmou: “Meu coração palpita só de pensar em uma versão feminina de Bond. Eu acho que isso não é exatamente o que o criador do personagem pretendia, originalmente. Mas as artes cênicas precisam se adequar para não perder o interesse do público. Nós vivemos para agradar, essa é a regra do cinema”.

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