Paul Rudd comenta pressão de participar dos filmes da Marvel

Evangeline Lily e Paul Rudd em Homem-Formiga e a Vespa

Paul Rudd é um ator de longa carreira, mas ganhou destaque recentemente por interpretar Scott Lang, o Homem-Formiga, no Universo Cinematográfico da Marvel. O herói já conta com dois filmes solo, e o terceiro já está garantido, além de fazer participações especiais em outros filmes da Marvel. Na última semana, Rudd e Steve Rogers, o Capitão América, participaram de um entrevista em vídeo para a Variety onde conversaram sobre diversos assuntos.

Durante o bate papo, Paul Rudd comentou sobre pressão que é estar nos filmes da Marvel, ainda mais interpretando um personagem pouco conhecido. “Há uma pressão em cada um dos filmes que você faz no mundo da Marvel. Você não quer ser o elo fraco, um personagem como o Homem-Formiga, é, pouca gente conhece. ‘Bom, o que ele faz?’ e eu dizia ‘Ele pode ficar do tamanho de uma formiga, mas também mantém sua força, e ele pode controlar formigas e falar com elas’. E as pessoas iriam só dar risada”, disse o ator. Rudd acrescentou: “Eu olhava em volta e pensava: ‘Whoa, tem Chris Evans e tem Sebastian Stan.’ […] Parecia que eu estava em um vestiário de um time de futebol vencedor do Super Bowl.”

O primeiro filme do Homem-Formiga estreou nos cinemas em 2016 e arrecadou US$ 519, 3 milhões em bilheteria. O longa metragem contou com a direção de Peyton Reed, o elenco contou com Paul Rudd, Evangeline Lilly, Michael Douglas, Michael Peña e Judy Greer. Veja abaixo o que a crítica achou do filme:

“Homem-Formiga é um sucesso geral. É muito divertido, emocionante, e é ótimo que esse cantinho estranho do MCU tenha algum amor” – Tim Brennan, About Boulder.

“Homem-Formiga permanece na cauda do Universo Cinematográfico da Marvel por não ter conseguido diminuir o nível exacerbado de comédia” – Sergio Benítez, Espinof.

“No geral, ‘Homem-Formiga’ é um ótimo entretenimento que funciona maravilhosamente como o filme que ele quer ser, embora seja obviamente muito diferente do que Edgar Wright poderia nos oferecer” – Mikel Zorrilla, Espinof.