Pokémon: Warner Bros. pode estar desenvolvendo série live-action para streaming

Cena do filme Detetive Pikachu
Cena do filme Detetive Pikachu (Divulgação/ Warner Bros.)

Franquia mais popular e lucrativa do mundo há mais de vinte anos Pokémon está pronta para conquistar novos públicos, e desbravar novos universos. Além dos jogos, uma infinidade de produtos, e diversas temporadas de um anime de sucesso, a marca pode virar uma série de TV live-action. A Warner Bros. começou a perceber o poder dos monstrinhos de bolso depois que o filme Detetive Pikachu, protagonizado por Ryan Reynolds e Justice Smith conseguiu se tornar o segundo filme baseado em videogames mais lucrativo do mundo arrecadando 433 milhões em bilheteria, e só perdendo este ano para Sonic: O Filme.

Depois de 21 filmes animados, agora a empresa quer capitalizar ainda mais este sucesso, e de acordo com o site We Got This Covered, já está em andamento a produção de uma série live-action que será disponibilizada diretamente no HBO Max. Segundo a matéria, a WarnerMedia, está enxergando o streaming como um caminho natural para as novas gerações, e quer torná-lo o mais popular possível assim como suas principais concorrentes, a Netflix e a Disney+, e com isso precisa se valer de toda e qualquer produção que possa agregar público.

Mas existe um pequeno grande problema nisso tudo: Ryan Reynolds. A agenda apertada do ator pode impedir que ele repita a voz de Pikachu na série devido à quantidade de episódios. Quando veio ao Brasil para divulgar o filme, Justice Smith contou ao site G1 que ele e Reynolds só contracenaram juntos durante uma única semana de filmagens, mas conseguiram criar mesmo de longe uma ótima dinâmica juntos.

“Nessa uma semana ele usava o capacete de captura de performance para gravar todas as suas expressões faciais. Mas nós passamos pelo filme inteiro, cena a cena. E encontramos a nossa dinâmica, improvisamos um pouco. A partir disso eu conseguia lembrar o que ele tinha feito para fazer a minha parte durante a gravação”, disse o ator que contou com ponto eletrônico no ouvido com as falas de Reynolds para não ter que se comunicar com o vazio.