Processo movido por Woody Allen contra a Amazon ganha novo capítulo

Woody Allen
Woody Allen (Divulgação)

De acordo com o The Wrap, o diretor Woody Allen perdeu o processo em primeira instância, sobre o caso judicial que ele moveu contra a Amazon, no começo do ano. A ação movida foi no valor de US$68 milhões, após cancelamento do novo filme “A Rainy Day in New York” e quebra de contrato para mais quatro filmes. Tudo isso porque o cineasta foi acusado de abuso sexual.

Denise Cote, juíza da Corte Distrital dos Estados Unidos, disse que o processo não poderá ser movido pelo diretor, porém ele vai continuar tentando responsabilizar o estúdio da Amazon por sua alegação, de que a empresa quebrou o contrato e cancelou os filmes individuais dele. A juíza determinou ainda que a afirmação de Allen, de que a Amazon violou um vínculo entre eles, foi descartada, pois é uma alegação ‘redundante’.

Declaração

Recentemente, durante uma conferência de imprensa no festival de cinema de San Sebastian, na Espanha, o diretor negou rumores de uma possível aposentadoria. Apesar do escândalo envolvido, ele não pretende largar a carreira tão cedo. “Nunca pensei em me aposentar. Desde que comecei tento focar no meu trabalho, não importa o que acontece com a minha família ou na política. Eu não penso sobre movimentos sociais, por exemplo. Meu cinema é sobre relacionamentos humanos, sobre pessoas. E eu tento fazê-los com humor“, declarou.

A declaração foi sobre as acusações que sua filha adotiva Dylan Farrow fez, acusando o diretor de ter abusado dela na infância. Isso criou um movimento chamado #MeToo, que resultou na ‘expulsão’ do cineasta, de Hollywood. Woody tem buscado asilo na Europa, lugar que as polêmicas não se espalharam muito.

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