Produtor de The Boys diz o que pensa sobre os filmes da Marvel

Os Sete em The Boys (Divulgação / Amazon)
Os Sete em The Boys (Divulgação / Amazon)

Os super-Heróis praticamente dominaram a indústria do entretenimento, onde antes o que era algo limitado a quadrinhos e desenho animados, agora inúmeras produções aparecem no cinema, na TV e nos vídeo games. A Marvel e a DC são duas marcas que dominam o mercado cinematográfico com seus filmes de super-heróis.  No universo das séries, The Boys vem ganhando cada vez mais espaço devido à maneira que mostra os heróis como pessoas falhas, além de fazer diversas críticas à sociedade, empresas e até mesmo outras produções baseadas em super-heróis.

Em uma recente entrevista para o site THR, o produtor de The Boys Eric Kripke declarou que é fã da Marvel, mas admitiu que acha que há muitos filmes. Ele chamou a franquia como um todo de “perigosa”, depois elaborou dizendo “é um pouco perigoso treinar uma geração inteira para esperar que alguém forte venha e salve você”.

Kripke ainda disse: “É esse o motivo que eu vejo para você terminar com pessoas como o Trump e populistas que dizem, ‘Eu sou o único que pode fazer isso, será apenas eu’. E eu penso que a maneira que a cultura pop condiciona as pessoas sutilmente, eu acho que está condicionando elas da maneira errada – porque tem muito material. Então eu acredito que é legal ter um corretivo, pelo menos um pedacinho nosso, que diga, ‘Eles não vão vir salvar você. Abrace sua família e salve a si próprio’”.

Alfinetando a Marvel

Na mesma entrevista para o THR, Eric Kripke ainda revelou que a cena em que Luz-Estrela, Rainha Maeve e Tempesta estão gravando um comercial para Vought e dizem a frase “Garotas dão conta!”, foi uma alfinetada na Marvel por conta de um cena de Vingadores: Ultimatos onde as heroínas se unem para manter as Joias do Infinito longe de Thanos.

O produtor afirmou: “Muito disso veio de nossa produtora executiva, Rebecca Sonneshine, que deu a ideia no fim semana após a estreia de Vingadores: Ultimato. Ela estava furiosa. Eu vi também, e pensei ‘Aquela cena foi a coisa mais boba e artificial’ e ela disse, ‘Não me faça começar’. Ela achou o momento condescendente e eu concordei. Então a partir daí pensamos em fazer uma sátira disso”.

Formado em administração e psicologia. Adora cartoons, animes e series animadas. Atualmente faz curso de desenho com especialização em cartoons.

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