Rambo
Cena de Sylvester Stallone no trailer de Rambo: Até o Fim (2019) (Reprodução/YouTube – Lionsgate Movies)

Em cartaz nos cinemas brasileiros, o filme Rambo: Até o Fim, quinto e último longa da franquia, tem recebido duras críticas dos especialistas em cinema. Até o momento, o filme também fracassa na bateria de aprovações do Rotten Tomatoes.

Recebendo uma indicação ínfima de apenas 39% no agregador de reviews, com 28 críticas contabilizadas até o fechamento deste texto, o longa pode encerrar sua corrida nas telonas como um fim “datado” para a franquia, como apontou o The Beat.

Em sua análise do filme, o crítico Edward Douglas escreveu que o longa faz parte do passado, longe da atual realidade. “Rambo: Até o Fim não é apenas datado e completamente sem ouvidos, mas também está preso em uma era, o que há muito tempo não precisa de nostalgia para nos lembrar disso”, disse o analista de The Beat.

Eric Kohn, do IndieWire, seguiu caminho semelhante e apontou a desconexão com a realidade. “No ambiente cultural hipersensível de 2019, a representação de chefes criminosos mexicanos assassinos e suas escravas sexuais submissas, que encontram literalmente um salvador branco, não desce tão facilmente”, disse o crítico em sua análise.

Apesar disso, Sylvester Stallone usou suas redes sociais oficiais para promover o filme e também o personagem. Em uma série de vídeos divulgados em sua conta no Instagram, ele explorou outro lado do personagem, lembrando como surgiu o papel.

“Rambo era uma ferramenta para uma máquina militar. Ele era um homem muito novo e frágil e foi colocado em uma situação tão horrível que nunca se recuperou. Ele é quase como o monstro Frankenstein. E ele não pediu por isso. O país pediu e basicamente o destruiu”, falou Stallone.

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